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"Em 40 anos de jornalismo, nunca vi liberdade de imprensa. Ela só é possível para os donos do jornal". (Cláudio Abramo, que dirigiu Folha e Estadão)

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28 de fev de 2009

Periquita

Compartilhar as tristezas e as alegrias pós-jogo junto aos amigos propicia inúmeras descobertas.

Os bares nos arredores do Palestra logo após cada jogo são sempre ambientes que nos descortinam personagens que nunca imaginaríamos conhecer.

Hoje, junto a vários amigos, conheci o periquito. Sim, conheci aquele periquito que anima a torcida verde, que nos enche de alegria a cada 'embaixadadinha' que faz. Descobri que, o periquito meus amigos, não é periquito, é PERIQUITA.

É a doutora Selma, que carinhosamente nos mostrou sua fantasia, nos disse de seu amor pelo Palmeiras (não deixa nem que carregarem a sua fantasia; só ela é que pode carregar), e simpaticamente pousou para uma foto para o Forza Palestra.

Valeu Selma. No próximo jogo esperamos que anime ainda mais a torcida verde.

Peço desculpas a amiga Selma, pois seus lindos olhos verdes (ou seriam azuis?) não aparecem nitidamente na fotografia. Essa falha deve-se ao fato da máquina não ser das melhores (resolução), mas – com certeza – o fotógrafo também poderia ser melhor.



Vem aí uma série de conversas. Quem sabe dia desses os leitores não se deparem com um bate-papo com o Avallone...

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Juro que conseguimos tirar uma foto com o artilheiro do jogo (Saconni) quando ele tentava entrar em sua casa, mas o flash não funcionou. O Rapha (Sr. Cruz) vai tentar trabalhar a imagem. Amadorismo desse blogueiro. Valeu!

27 de fev de 2009

Forza Palestra: uma voz autônoma

Quando no dia 5 de setembro de 2007 publiquei meu primeiro texto aqui neste espaço e expliquei os motivos do nascimento do Forza Palestra: “Estava eu tentando que algum 'jornalista' se desse ao trabalho de ler um pequeno texto que escrevi sobre a roubalheira que está esse Campeonato Brasileiro.” (...) “Ninguém leu o que escrevi. Por isso, resolvi tomar uma atitude. Criei esse Blog.” Ou seja, criei algo para me expressar por pura racionalidade. Uma racionalidade provocada por amor ao Palmeiras, mas uma criação racional. Queria que me ouvissem; que ouvissem minhas críticas, minhas reclamações, minhas emoções, minhas alegrias e minhas tristezas em relação ao Palmeiras. Como pano de fundo, repito, o Palmeiras.

Não queria – ainda não quero – ficar famoso, rico... Não queria – como ainda não quero – fazer parte de nenhum grupo, comunidade, de uma rede...

Com o decorrer do tempo descobri que havia uma enorme e já grande comunidade de Blogues escritos por outros que – como eu – eram movidos pelo amo ao Palmeiras. A maior prova desse desconhecimento foi que escolhi um nome já existente para meu (nosso) espaço: Forza-Palestra. Já havia o Blog do amigo – que vim a conhecer durante esses quase dois anos de Blog – Barneschi. Um legítimo representante das arquibancadas.

Com o tempo vieram os leitores. Algum fiéis, outros eventuais, mas todos sempre muito bem-vindos e recebidos por aqui. Neste tempo todo jamais desrespeitei nenhum deles, nenhum comentário foi desrespeitado, mesmo eu tendo a prerrogativa de publicá-los ou não.

Aos poucos fui sendo incorporado - e incorporando em meu discurso – por uma comunidade, uma rede: a Mídia Palestrina.

Durante algum tempo senti um orgulho imenso de ser identificado com esse grupo, passou a ser parte da identidade desse Blog, e por conseguinte esse blogueiro passou a identificar-se como membro desse grupo, dessa comunidade. Passei a ser membro da Mídia Palestrina. Aliás, fui um dos que incentivou o primeiro encontro da Mídia Palestrina que aconteceu com grande sucesso no glorioso Cambuci no ano passado.

Entretanto, para se fazer parte de um grupo, de uma comunidade, há a necessidade – além de ser reconhecido – de se reconhecer pertencendo a esse grupo. Com o tempo fui descobrindo que a única coisa que me liga a esse grupo é o Palmeiras. Para alguns isso pode bastar, para mim isso não basta. Com o tempo fui perdendo o orgulho de pertencer a essa comunidade, a esse grupo. Passei, com o tempo, a me sentir um estranho nesse ninho.

Para esse blogueiro, que não é o dono da verdade – diga-se de passagem, a afinidade deve dar-se também no mundo das idéias, o fato de sermos todos Palmeirenses nos une estrategicamente, ideologicamente e pela paixão, mas no campo da estratégia, na forma de tornarmos nosso Palmeiras maior e vencedor, na maneira que enxergamos e entendemos o futebol, não estamos – em muitos os casos – de acordo.

Hoje, lendo vários comentários sobre o 'estatuto do verdadeiro torcedor', escrito pelo Teo, mais uma vez me senti um estranho no ninho, não só como 'membro' da Mídia Palestrina, mas até como Palmeirense.

Para se ter uma idéia alguns Palmeirenses, no afã de criticar o 'estatuto' do Teo, disseram que quem pensa dessa forma é parecido com torcedores do Corinthians, atrasado... Para, em seguida demonstrar - do alto de sua magnanimidade - que eles sim pensam 'grande', modernamente, que os estádios devem comportar somente 'gentes de bem'; aqueles que pensam como eu, o Teo, e outros, é 'gentes do mal'. Segundo esses nós, os atrasados, não podemos mais demonstrar a paixão por nosso time, pois somos o ruído, aquele que atrapalha o espetáculo 'clean', e atrapalhamos aqueles que querem 'assistir' aos jogos do Palmeiras.

Para se resolver esse estado de coisas, segundo o pensamento de alguns Palmeirenses, só há uma saída: eliminar a paixão, racionalizar a forma de torcer, numerar o local onde cada um 'senta'... 'Qualificar a torcida' como disse um dia o 'finado' Gualtieri.

Quanto ao fato de pensar diferente de muitos Palmeirenses não me incomodo, pois nada – repito, nada – me fará deixar de acompanhar, apoiar e amar o Palmeiras. Além disso, não sou o dono da verdade, nem quero uniformidade de pensamento – como não quero uniformidade na maneira de se torcer.

Entretanto, no caso de não me sentir parte da Mídia Palestrina há remédio, pois esse Blogue – como já disse no início do texto – foi motivado por um sentimento racional, então basta, neste caso, que eu desative o Blog. Como não vou - e não tenho intenção de fazer isso - o que me resta é me retirar do grupo, ou como não há afiliação para se tornar membro do grupo, mas só percepção de pertencimento, me retirar de forma simbólica da Mídia Palestrina. Ou seja, torno-me a partir de agora uma voz autônoma.

Sei que a tendência é – não sendo linkado – que diminua o número de meus leitores, mas nunca fui preocupado com isso. O que sempre me preocupou foi minha coerência e, acima de tudo, a defesa do Palmeiras.

É isso que faço a partir de hoje. Não tenho mais compromisso – de nenhuma espécie – de pertencer e/ou ser aceito por esse grupo. Desde hoje, a partir do momento em que for publicado esse texto, todos os links dos blogues da Mídia Palestrina serão retirados. Aqueles blogues (de Palestrinos, não só da mídia Palestrina) que quiserem ser linkados – e me linkar – entrem em contato, mas saibam que aqui neste espaço não se compactua com processos de elitização e com o preconceito que campeia e teima em se instalar dentro de nossa torcida.

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atualizado e revisado.

Estatuto do verdadeiro torcedor

Por compartilhar com 100% do que foi escrito pelo Teo, e depois de ver a discussão sobre o tema no Parmerista, resolvi reproduzir o 'estatuto' por aqui. Além disso, publico o que ele escreveu lá no debate do Parmerista justificando os poucos exageros, pois é de futebol que falamos, é de paixão que falamos, então, é de exageros que falamos. Não entender isso vai contra a essência do futebol. É isso.

‘ESTATUTO DO VERDADEIRO TORCEDOR’


1. Futebol não é festa.
2. Futebol não é divertimento.
3. Futebol não é um bom lugar para passeio.
4. Futebol não é um ambiente saudável, ao contrário, é doentio.
5. Evite levar criança ao estádio, a menos que esta seja mais madura que você (no meu caso não é difícil).
6. Evite levar mulher ao estádio, a menos que ela seja mais homem que você.
7. Evite levar qualquer pessoa ao estádio que não esteja focada na vitória do seu time.
8. Não use uma partida de futebol para networking profissional e/ou social. O ideal é que, ao te verem no estádio, todos se envergonhem de você.
9. Acredite em você, nas suas impressões e opiniões sobre seu time.
10. Despreze completamente a opinião da imprensa esportiva.
11. Se você acha que seu time vai ganhar, talvez ele ganhe.
12. Se você acha que seu time vai perder, ele vai perder. Vá ao jogo assim mesmo.
13. Não deixe que o trabalho atrapalhe o futebol.
14. Não deixe que nenhum programa ou compromisso atrapalhe o futebol.
15. Não deixe que um romance atrapalhe o futebol.
16. Não deixe que nada atrapalhe o futebol.
17. Acima do futebol, só a saúde. Ela que te permite viver para o futebol.
18. Seu melhor amigo é o seu time.
19. Despreze quem não gosta de futebol.
20. Ignore quem não gosta de você pelo fato de você gostar de futebol.
21. Fique onde você quiser no estádio, ignore os lugares numerados.
22. Nunca assista ao jogo ao lado de um torcedor adversário.
23. Odeie seu adversário no dia do jogo.
24. Identifique seu inimigo e odeie-o todos os dias da sua vida.
25. Debata com torcedores adversários verdadeiros, menospreze os farsantes.
26. Se um dia você for a um estádio sem alambrado, fosso ou qualquer divisão para o campo, sinta vergonha. O Brasil não é a Inglaterra.
27. Não relaxe durante o jogo.
28. Evite sorrir durante o jogo.
29. Não xingue os jogadores do seu time durante o jogo. Alguns merecem, mas não vai adiantar.
30. Xingue a arbitragem em todos os jogos, isso te fará bem.
31. Não se esforce por ingressos para torcedores ocasionais e oportunistas. Cuide do seu e dos legítimos habitantes daquele espaço sagrado.
32. Refute ser tratado como consumidor, você é apenas torcedor. Por sinal, você é muito mais que consumidor.
33. Cuide da sua própria segurança, nunca espere nada da PM.
34. Proteja-se da PM.
35. Volte do estádio sempre com a sensação do dever cumprido.

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No debate do Parmerista o Teo (autor) escreveu o seguinte:

At 26/2/09 12:52, Blogger Teo disse...

Rapaziada,

O ponto é que o estatuto (ou anti-estatuto, pouco importa a denominação que dois amigos deram para o texto, o que vale é a compilação) foi carregado de ironias e alguns exageros, no propósito de radicalização mesmo.

Por força do horário (coisas dessa maravilha modernosa, o PFC, sabe, que marca jogo terça-feira às 19h30), assisti ao jogo contra a LDU em um bar e ao término do jogo, os palmeirenses, freqüentadores do bar, legítimos consumidores do produto futebol achavam graça não sei exatamente do que. E dá-lhe celular durante o jogo, e convites do tipo “vem bambi, tô num bar aqui perto, vem pra cá tomar uma gelada”. E o jogo parecia ser um detalhe irrelevante, que apenas ilustrava o happy-hour de muitos dos que ali estavam.

Não me considero mais palmeirense que ninguém. Nunca disse isso. Só não encaro o futebol como mais um programa qualquer. É no futebol que construo parte da minha alma e o Palmeiras havia acabado de perder um jogo importantíssimo, não dava pra não acusar o golpe. O estatuto veio como forma de desabafo.

O ideal seria eu também dissertar sobre os 35 itens ou talvez relatar as minhas sensações de quando levei minha filha ao estádio em um Palmeiras X Corinthians (a levei outras vezes também) no Morumbi, mas nem vale a pena. O Barneschi deu a tréplica, é por aí.

Estou realmente do lado oposto dos consumidores e essa discussão será interminável. E humildemente, não acredito estar com a razão nesse debate, por entender que não exista o lado correto. Acredito que o business deveria ser apenas um suporte à atividade futebol (melhores contratos de patrocínio, cotas de TV, etc). Mas o vejo invadindo, permeando e destruindo a essência e a identidade do futebol que eu aprendi a amar. Tornando-o excludente. Sei que o caminho é irreversível e que essa minha “luta” é inglória e perdida.

Como leitura indispensável, cito o artigo: O esporte que vendeu sua alma, de Marcos Alvito, publicado na Revista Piauí. Ed. de dez/07. (Não achei o link, mais alguns blogs o reproduziram, inclusive o 3VV).

Em breve teremos o terreno preparado para que no Brasil apareçam maravilhas modernas tipo Chelsea e a freqüência no estádio seja exclusividade dos endinheirados (Saudades da geral do Maraca, mas sabe vamos proibir, a visão não é boa. Perguntaram pros geraldinos?).

Quando isso ocorrer, espero ainda encontrar um doce refúgio na várzea paulistana, onde ao lado do meu pai construí parte dos meus valores de débilmental alienado recalcado e outras delicadezas aqui proferidas, que enriqueceram em muito o debate.

Abraços,
Teo


É isso aí Teo. Brilhante no estatuto, brilhante na explicação.

Cada um que faça a sua escolha. Eu sei que eu vou perder mais essa batalha, infelizmente para todos.

24 de fev de 2009

Humor

No longínquo ano de 1962 a diretoria do Palmeiras foi buscar no Bangu um ex-nadador, mas que prometia ser um grande meia-esquerda.

Havia na época um incipiente Orkut, ainda em preto-e-branco. Lá, no longínquo 1962, como aqui - 2009 -, proliferavam os cornetas, os amendoins não suportavam um único passe errado - mesmo com o time vencendo, e podia ser de 8 x 0 -, se o jogador viesse de uma equipe pequena (mesmo o Bangu não o sendo) era motivo para críticas à diretoria.

Sendo assim, o pessoal da comunidade do Palmeiras no Orkut (quando fazem coisas legais eu publico; quando censuram critico) conseguiu uma imagem inédita, uma cópia (print) da página da comunidade do Palmeiras no Orkut de 1962, com o pessoal deitando críticas na diretoria pela contratação do tal meia.

Cliquem aqui e vejam a reprodução da página (lembrando, para que eu não - nem ninguém - seja personagem do GTO: é uma brincadeira).

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As 16h00 apuração da campeã do carnaval de São Paulo. Vai: Superação, a Bela Vista é tradição... Vai!

19 de fev de 2009

Novos tempo

Foi-se a época em que éramos atacados e não repondíamos à altura.

Vejamos o que diz Seraphin Del Grande, Presidente do Conselho Deliberativo do Palmeiras, sobre o massacre de domingo no BARRIL DE PÓLVORA* (MORUMBI):

Painel, FSP

Dividida

"Esperava que, sobre o tumulto no Morumbi, o [são-paulino] Edison Zago fosse ágil como foi para denunciar o Palmeiras no caso do gás"

De SERAPHIM DEL GRANDE, conselheiro do Palmeiras, sobre o procurador do TJD paulista e membro do conselho do São Paulo.

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* GLOSSÁRIO por Cruz de Savóia

BARRIL DE PÓLVORA

BARRIL DE PÓLVORA


BARRIL DE PÓLVORA

18 de fev de 2009

Libertadores

Uma hora iria acontecer. Ainda bem que aconteceu fora de casa, jogando razoavelmente bem, e mostrando que há futuro para esse time.

No mais, precisamos de um 'trabalhozinho' de bastidores, daqueles que o 'vizinho' do lado faz com maestria. Não para sermos ajudados, mas para que em lances como o do primeiro gol de ontem (em impedimento) o bandeira tenha - no mínimo - uma dúvida e levante a porcaria da bandeira.

Não que isso (o gol impedido) tenha sido o fator determinante para a derrota; foram determinantes a altitude, as falhas da defesa (incluido-se aí a bobeada da dupla mais experiente do time: Marcos e Edmilson), a bela partida do argentino Manso...

Mas, não há de ser nada. E nao foi.

Que venha o Colo-Colo e o Sport, pois aqui no Palestra esse time da LDU vai tomar uma sacola; nem altitude, falhas, Manso e bandeiras serão suficientes para segurar o Verdão em nossa casa.

15 de fev de 2009

Luto

Morre Vargas, ex-lateral do Palmeiras.

O ex-lateral direito Vargas, de apenas 45 anos e que jogou no Palmeiras no início dos anos 1980, morreu na última semana em Cotia, na região da Grande São Paulo. A informação foi trazida neste domingo pelo jornalista Milton Neves na programação da Rádio Bandeirante de São Paulo (AM 840). Vargas foi enterrado em sua cidade natal, Osasco.

Revelado pelas categorias de base do Palmeiras, Vargas foi um vigoroso lateral direito titular do Verdão em 1982 e 1983. Depois, sem espaço no Palestra Itália, esteve em outros times como São Bernardo, no Campeonato Paulista da Intermediária e no Uberlândia, no Campeonato Mineiro e no Campeonato Brasileiro.

Times-base de Vargas

No Palmeiras, em 1983, sob o comando do técnico Rubens Minelli, foi titular de um time que tinha João Marcos; Vargas, Luiz Pereira, Nenê Santana e Nenê; Rocha, Carlos Alberto Borges e Jorginho; Barbosa, Carlos Alberto Seixas e Carlos Henrique.

No São Bernardo, em 1984, participou de um time que buscava o acesso ao Paulistão em uma época que os times do interior investiam muito. Sob o comando do Adailton Ladeira, Vargas atuou no São Bernardo com Tonho; Vargas, Vicente, Marajó e Claudinho; Zé Roberto, Zezinho e Jaiminho; Edinho, Everaldo e Silvano;

No Uberlândia, jogou na fase de ouro do time do triângulo mineiro, disputando o Campeonato Brasileiro da Série A em 1985 em uma equipe que tinha como base Sidmar; Vargas, Zecão, Deda e Luizinho; Carlos Roberto, Edivaldo e Paulo César; Geraldo Touro, Vivinho e Zé Carlos. O treinador era Fidélis, ex-lateral da Seleção Brasileira.


Via: Futebol Interior.

Mentiras

As duas frases abaixo foram, durante muito tempo, lançadas aos quatro cantos pelos dirigentes Leonores e reverberadas pelas 'imprensa esportiva' paulista:

"O Morumbi é campo neutro".

"No Morumbi há segurança, no Palestra Itália não".

Elas não tem um dono específico, mas tanto foram ditas que agora quero saber quem as assume.

Na primeira frase a farsa se desmascarou com o lamentável episódio dos ingressos. A segunda, neste momento, quando inúmeros torcedores corintianos são levados de ambulância aos hospitais próximos ao Jardim Leonor, devido à truculência da PM ou pela corvardia da torcidinha covarde, cai por terra também.

Quero ver amanhã qual JORNALISTA FILHO DA PUTA (desculpem-me o termo, mas é isso que me ocorre no momento) terá coragem de se pronunciar.

http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/02/15/562219.html

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2009/02/15/ult59u187974.jhtm

http://www.lancenet.com.br/clubes/CORINTHIANS/noticias/09-02-15/489072.stm?confusao-na-saida-de-corintianos-do-morumbi

13 de fev de 2009

Eleições para o conselho deliberativo - chamada geral

Esse Blog apoia:

HIGOR M. M. BELLINI - 3347 - (Chapa Palestra)

12 de fev de 2009

99,99% é igual a 0%...

...0% de coerência, eu diria.

Dias atrás um editor do jornaleco O Lance, em uma das seções (e-mail do editor), faz uma dura crítica à forma com que o centroavante do Palmeiras, Keirrison, comemorou um de seus gols.

O pecado de K9 foi imitar um caçador, fazer o gesto de que estava matando. O editor chegou ameaçar que não mais daria imagens (fotos) ou vídeos se o centroavante do time do Palmeiras repetisse o gesto que, segundo o editor, mostrava violência. Um tremendo 'pito', como diria meu falecido avô.

Pois bem, cliquem aqui e vejam a nova campanha da Nike.

Gente vomitando de tanto 'ralar', tapas na cara... Tudo no perfeito espírito de paz, conforme pede o editor do Lance.

Agora, vejam a imagem a seguir:



Não preciso nem dizer, a imagem fala por si, onde esse produto é vendido.

Quanta coerência!

Mas, amigos, em época de internet os editores tem mais é que ficar ligados até em seus departamentos comerciais. Senão, são pegos em suas próprias incoerências.

Vão deixar de vender o produto? Pedir desculpas para o Keirrison? Não, se farão de desentendidos e deixarão para lá, como sempre.

Uma imagem, mais que mil palavras...

Depois dizem que os gambás que são analfabetos...




Marketing



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Colaborou: PINHO. Valeu amigo!

Eleições para o conselho deliberativo - chamada geral

Esse Blog apoia:

ALEXANDRE LEGNARE PEREIRA - 4447 - (Chapa União Verde-Branca)

Morumbi nunca mais

Já ouvi vários argumentos a favor ou contra a polêmica reserva de apenas 10% da carga de ingressos para a torcida do Corinthians no clássico de domingo. Alguns são muito bons, outros nem tanto.

Eu penso assim.

É fato que a maioria dos clubes, inclusive o Palmeiras, já usa dessa prática. Quando dos clássicos no Palestra somente 10% dos ingressos vão para a torcida visitante. Muito disso se deve ao fato da polícia, do ministério público, da imprensa, e do time Leonor dizerem que o estádio não é seguro. No fundo, muito bom para o Palmeiras, pois o estádio está sempre cheio com a nossa torcida.

É fato também que isso já é prática corriqueira em outras paragens. Lá pela Europa, tão vislumbrada pelos deslumbrados jornalistas tupiniquins como meta a ser atingida, os times vendem todos os espaços de seus estádios antecipadamente. São ingressos vendidos em pacotes, setores especiais... Não sobra quase nenhum ingresso para os visitantes.

Em épocas onde as palavras de ordem são lucro, mercado, futebol profissional, empresas, nada mais lógico que o time Leonor querer faturar alto em seus domínios. Pensaram em seus lucros e ponto.

O grande problema está aí, somente pensaram neles. Informações dão conta que a medida já era sabida pela diretoria do time Leonor desde dezembro e o Corinthians somente foi informado da medida há uma semana do clássico. Atitude típica daqueles que só pensam naquilo que podem faturar, desrespeitam aqueles que um dia chamaram de co-irmãos e que em um passado não muito distante ajudaram a socorrer um time que estava falido. Mas, para os barões do café isso é história, e para essa gente história não é uma palavra constante do dicionário e com conteúdo, para essa gente 'história é coisa de museu' – pensamento pobre, típico de quem um dia foi novo rico.

Eu que costumo sempre procurar coisas boas mesmo onde elas aparentam não existir. Consigo enxergar – como sempre – uma ponta de esperança nisso tudo.

Primeiro, que o Corinthians deixe de mandar seus jogos por lá. Se não é bem-vindo como visitante que não queira ser nem como mandante. Enquanto os dirigentes corintianos não conseguem viabilizar o seu próprio estádio – o qual eu já disse que torço muito para que saia, pois para mim isso decretaria o fim do time Leonor – que mandem seus jogos, mesmos os de grande porte, no estádio do Pacaembu. Quando não for possível, deixem de lado essa besteira de não querer mandar jogos no Palestra, pois mais uma vez foi mostrado quem é o verdadeiro inimigo. Nós, o Palmeiras, somos é adversários.

O mesmo vale para o Palmeiras. Temos estádio, devemos mandar nossos jogos em nossa casa, devemo brigar para isso. Inclusive, temos que parar de aceitar essa excrecência de mando da FPF. Jogo do Palmeiras, mesmo os clássicos, com mando do Palmeiras, é no Palestra.

Os dirigentes de Palmeiras e Corinthians tem que parar de aceitar esses regulamentos esdrúxulos. Se o campeonato Paulista tem somente um turno aquele que foi mandante em um ano tem que ser visitante no outro. Mando da federação é 'papo pra boi dormir'.

Espero que agora acabe – definitivamente – aquela 'estória' de dizer que o Morumbi é campo neutro. Sobre isso não ouvi 'jornalista' algum falar até agora. Devem estar corados de vergonha.

Como já disse o amigo Raphaello: é o momento de repararmos um erro histórico. Morumbi nunca mais.

11 de fev de 2009

Vida longa ao Paulistão

A nova onda do jornalismo de oposição é malhar os campeonatos estaduais. Isso não é novo, mas de uns tempos para cá – feito criança que ao não gostar de alguma coisa a desdenha – resolveram partir para desqualificar os certames estaduais utilizando-se de termos depreciativos. Vitor Birner, diz o seguinte sobre o campeonato paulista: “... poderia dar vários argumentos para o diminutivo.” (...) Mas, “Não é um tratamento carinhoso...”.

Birner é parceiro de vários outros jornalistas que segundo Régis Bonvicino - em seu artigo “O futebol é canalha” - faz jornalismo de oposição. No artigo Bonvicino utiliza o termo para designar parte da imprensa esportiva brasileira, em especial aquela que diuturnamente bate em 'gregos e troianos' para tornar vencedoras suas teses, e mesmo que não consigam nada de concreto é useira e vezeira nesse esporte.

Paulistinha, Gauchinho, Mineirinho, Baianinho... Assim é a maneira que encontraram para tratar os estaduais. Devem pensar, como as crianças que já citei: já que não gosto deles, pois não são descolados, não são bacanas, não são – sei lá, europeus - tratemos todos no diminutivo, assim mesmo, para diminuir a importância deles.

Eu poderia simplesmente dizer – já que o tratamento vem do próprio Birner – que é para desqualificar as equipes que dão importância ao torneio, já que o time pelo qual ele torce diz que não dá importância ao torneio paulista (não nesse momento, pois há alguns anos, quando estavam na estiagem de títulos, contrataram Leão a peso de ouro para levantar o caneco e comemoraram muito 'o feito'), entretanto isso seria reduzir a análise a apenas um fator. Ele deve ser levado em conta, mas não é o único.

O amigo André Falavigna, do Blog do Meu Saco, diz que esse tipo de militância (a do Birner e de outros, contra os estaduais) se encaixa naquelas de tipo deslumbradas, ou seja, os argumentos que usam só servem para aqueles que não enxergam nada de bom por aqui, as coisas 'bacanas e descoladas' são aquelas vindas de fora; da Europa, por exemplo. Lá, dizem, não existem esses campeonatos deficitários, ultrapassados; então nossos estaduais não servem. Confesso que gosto do argumento do André.

Basta acompanhar como foi a batalha dos jornalistas 'do bem e de oposição' por um campeonato de pontos corridos, inclusive desqualificando aqueles que por gosto pessoal eram contrários a tal fórmula. Os tais jornalistas brigam e brigaram pela adaptação de nosso calendário (o nosso é ruim, o deles é o máximo) ao calendário europeu (até usam o argumento de que diminuiria o êxodo de atletas, como se uma coisa fosse resultado da outra). Para eles o fim da lei do passe seria a redenção, não teríamos mais escravos, essa 'gente morena' mostraria o seu valor... Tudo moderno, tudo uma cópia automática, nos lembrando da famosa frase “se é bom para os EUA é bom para o Brasil”, agora transferindo a projeção para o continente europeu. Todas brigas para nos transformar em uma pequena Europa

Do ponto de vista do torcedor, coisa que eles dizem não ser, mas representar, o fim dos campeonatos estaduais seria a morte rápida de nossas rivalidades. Nós, aqueles que frequentamos arquibancadas, gostamos mesmo é de uma rivalidade regional, não que as nacionais não sejam importantes, mas gostamos é de um “Dérbi”, de um “Choque Rei”... Se ganhamos, mesmo quando desdenhamos o estaduais – feito 'papagaios de pirata', 'deslumbrados', ou novamente como crianças emburradas – comemoramos, e muito. Afinal, ganhar de quem está ao lado (os grandes rivais estão – na maioria – dentro de nossos estados) é sempre mais gostoso.

De minha parte, como torcedor, aprendi a gostar de futebol, aprendi o que é uma rivalidade, aprendi o que é torcer, sofrer e/ou comemorar com os campeonatos estaduais. Aliás, quando morava no interior a minha única chance de ver o meu time do coração ao vivo (não na TV, mas em um estádio de futebol - local onde o verdadeiro torcedor deve extravasar suas emoções) era quando o Palmeiras visitava o XV de Jaú. Uma única vez a cada ano, mas esperava por isso com a ansiedade de um jovem apaixonado. O confronto não era no brasileiro, não era no Rio-São Paulo, não era na Copa do Brasil (que nem existia), era no campeonato paulista.

Então, os defensores dos torcedores, esses do jornalismo de oposição, não representam os torcedores, apenas tentam adaptar sua 'ideologia' àquilo que consideram 'moderno', 'bacana'... Europeu.

Um dos argumentos que usam para desdenhar e tentar aniquilar com os campeonatos estaduais é o da falta de interesse dos torcedores por esses torneios. Veja o que Birner escreve sobre isso, sobre a falta de interesse dos torcedores do interior no jogo de abertura do Paulistão (Palmeiras x Santo André): “Recomeço de competição, torcedor sedento por futebol por causa das férias, a torcida palmeirense é bem grande na cidade, em suma, deveria ser bem atraente. Vinte e seis mil seiscentos e trinta e dois ingressos foram colocados a venda e 12.714 saíram das bilheterias...”

Ou seja, um dos argumentos para que os estaduais sejam banidos do malfadado calendário do futebol brasileiro é a falta de interesse dos torcedores para com o certame em questão. Ora, mas em tempo de internet, alguns argumentos não resistem a algumas pesquisas no 'bom e não tão velho' Google. Basta procurar na página da CBF as súmulas e resumos do último campeonato brasileiro. O SPFC, time para qual o mesmo jornalista torce, estreou no campeonato brasileiro de 2008, do qual foi o campeão, no dia 15/05. Podemos dizer – usando as palavras do jornalista – que o torcedor estava sedento por futebol, afinal esse é o campeonato nacional de pontos corridos, é moderno, nos moldes europeus... Mas, o que houve? O estádio estava cheio? Não, havia – segundo o boletim financeiro disponível na página da CBF – 7.923 presentes no estádio do clube que, repito, se sagraria campeão do certame.

No jogo seguinte em seus domínios, o time do Morumbi teve um público de 5.027 pagantes, no outro pouco mais de 7.000 presentes. A coisa seguiu dessa forma até poucas rodadas do final, quando o time do Jardim Leonor mostrou que poderia ser campeão, só a partir desse momento o público da equipe passou a crescer.

Bem, isso não acontece com todas as equipes, existem torcidas que acompanham seu time esteja ele bem ou mal no campeonato, seja início, meio ou fim do mesmo. Não é o caso do time do jornalista, mas seguindo a lógica de pensamento dele – de que o que vale é o interesse do torcedor para balizar se um campeonato é INHO ou ÃO – o campeonato brasileiro também é INHO, deve desaparecer, pois pelo menos para algumas torcidas ele não desperta interesse.

O Ipatinga levou uma média de 3.602 torcedores por jogo em seu estádio, a Portuguesa 5.088, o Goiás 8.558, o 9.003, o Santos 9.803. Dos 20 times da primeira divisão do campeonato brasileiro somente cinco (05) conseguiram média de público em seus estádios acima de 20.000 pessoas. Ou seja, o argumento de que campeonatos regionais tem pouco público, por isso, deve ser extinto, é ruim, pois a média de público do campeonato nacional também não é boa, e alguns clubes somente aumentaram sua média devido a bons públicos na reta final do campeonato.

Do ponto vista jornalístico, então, é que a coisa fica feia, pois suscita dúvidas quanto à lisura daqueles que defendem tal prática.

Me explico. Um dos mais ferrenhos defensores do fim dos estaduais é o 'jornalista' Juca Kfouri, também do grupo de jornalista 'do bem e de oposição'. O tal 'jornalista' é funcionário de um grupo de comunicação multinacional, que detém os direitos de transmissão de vários campeonatos europeus, canal esse que aos finais de semana transmite a carga de aproximadamente 10 jogos (para ser conservador nos números) e que recebe a concorrência direta de canais nacionais que transmitem os campeonatos regionais.

Não tenho os números da audiência, mas tenho quase certeza que os torcedores preferem assistir a uma partida de uma campeonato regional a um modorrento Manchester (não sei qual deles) e West Ham, por exemplo, por mais que as chamadas do canal multinacional falem em emoção, melhor campeonato daqui, melhores jogadores dali.

Me lembro da época em que a falta de público nos estádios era debitada na conta do excesso de jogos transmitidos pelos canais de televisão. Esse argumento não é mais usado, pois senão teriam eles – os jornalistas - que admitir que estão acabando com o futebol nacional com essa overdose de jogos (ruins) que transmitem todo final de semana. O argumento agora é o dos campeonatos estaduais que não atraem público, pois o campeonato paulista, para ficar no exemplo de casa, tem uma overdose de equipes.

Eu não entendo assim e para mim os argumentos que apresentam são ruins, fruto de uma adesão automática às fórmulas externas e por interesses comerciais de jornalistas que trabalham em empresas multinacionais.

O fato de um estado como São Paulo ser maior que boa parte dos países que tem seus campeonatos nacionais transmitidos por aqui nem é discutido, o fato de termos só em São Paulo mais times que em muitos desses países é ignorado. Quanto ao torcedor das equipes do interior, ou mesmo das equipes da capital que moram no interior e tem a única chance de ver no estádio seu time do coração durante o campeonato estadual, esses não são representados nestas fórmulas mirabolantes que apresentam esses 'jornalistas'.

As saídas que propões são a morte das equipes pequenas, que já vem morrendo com o fim da lei do passe que foi defendida com unhas e dentes por esse mesmo grupo, e com a falta de novos torcedores, pois a meninada está sendo incentivada por eles a torcer para equipes como o Chelsea, por exemplo, mesmo que – como já disse – é sofrível ver um Manchester x West Ham, ou um Aurora/BOL x Boyacá Chicó/COL, direto de Cochabamba.

Não sei onde chegaremos com gente assim, nem mesmo se há ressonância – deve haver – naquilo que eles dizem e pregam, só sei que para mim os estaduais devem sobreviver; como devem sobreviver as rivalidades locais, que são apimentadas – todo ano – com os campeonatos estaduais.

Para mim o campeonato paulista é PAULISTÃO sim. Desqualificá-lo é que e INHO: mesquinho, pequenininho...

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sem revisão.

Eleições

No próximo sábado haverá eleição para o Conselho Deliberativo do Palmeiras. Serão escolhidos 76 membros titulares e 15 suplentes para o quadriênio 2009-2013.

O Conselho Deliberatio é o órgão máximo de representação dos associados do clube, e é com ele que o recém eleito presidente do clube, o professor Belluzzo, terá que debater suas propostas. Por isso, é importante que tenhamos uma representação comprometida com o processo de mudanças que o presidente pretende implementar no clube.

O Forza Palestra, através de mim - que sou editor do Blog e associado do Palmeiras - apresenta abaixo algumas candidaturas que apoia. São pessoas que conheço pessoalmente, e que além de Palmeirenses apaixonados estão empenhadas em ajudar o nosso presidente em sua adminitração que sabemos será vitoriosa.


ALEXANDRE LEGNARE PEREIRA - 4447 (Chapa União Verde-Branca)

JOTA ROBERTO CHRISTIANINI - 4428 (Chapa União Verde-Branca) - do grupo Fanfulla

SYLVIO MUKAI - 4477 - (Chapa União Verde-Branca) - do grupo Fanfulla

LUIS HENRIQUE FRONTEROTTA - 4483 (Chapa União Verde-Branca) - do grupo Fanfulla

ALEXANDRE ZANOTTA - 4490 - (Chapa União Verde-Branca) - do grupo Fanfulla

HIGOR M. M. BELLINI - 3347 (Chapa Palestra)

9 de fev de 2009

A família sente saudades!...

Entramos na campanha;

VOLTA FELIPÃO!



Como disse o amigo o amigo Raphaello: Deus tá sem emprego... Então, não custa darmos uma forcinha, né?

6 de fev de 2009

Você sabe o que é caviar?

Nunca vi, (...). Eu só ouço falar.

Pois bem, vocês sabem quem é Ortigoza? A letra do samba bem que poderia descrever o que sei sobre o nosso novo meia/atacante.

Mas, como pode dar certo, pois o cara é jovem - aliás, uma jovem promessa - como a maioria dos novos jogadores do Verdão não custa nada dar a nota da assessoria de imprensa do Palmeiras para a presentação do novo paraguaio do Verdão.

O atacante José Maria Ortigoza, 21 anos, foi oficialmente apresentado na tarde desta sexta-feira (06), na Academia de Futebol. Natural de Assunção, no Paraguai, o jogador afirmou que não pensa na Europa e seu maior objetivo é brilhar com a camisa do Palmeiras.

"A Europa já é o Palmeiras. Já conhecia esse grande clube, está sempre em evidência no Paraguai. Foi um prazer chegar aqui e encontrar o Marcos e o Edmílson, que são campeões do mundo, e o Keirrison, bastante comentado na temporada passada. Estou com muita expectativa e espero ajudar o clube com vitórias e títulos."

Bem informado sobre o futebol brasileiro, Ortigoza destacou que a passagem de Arce pelo Palmeiras foi importante para a vinda dos atletas sul-americanos ao país.

"O Arce é uma referência para qualquer jogador paraguaio. Ele foi um símbolo aqui do Palmeiras e só falou coisas boas do clube. Eu espero chegar perto de tudo o que ele fez por aqui."

Quando perguntado sobre suas características, o paraguaio comentou que não é um atacante que fica só preso na área. "Gosto de me movimentar bastante pelos lados. Não gosto de ficar preso dentro da área."

Sobre a concorrência no ataque, ele afirmou que vai trabalhar para ser titular e destacou a juventude dos homens de frente. "Sei que são muitas opções para o ataque, mas isso não é problema. Somos um grupo.

A maioria é jovem, mas possui responsabilidade de fazer o clube vitorioso. Vamos dar trabalho."

Ortigoza atuou por toda a carreira no Sol de América, do Paraguai, clube que ele se profissionalizou em 2004, com 17 anos. Passou a ter chances no time principal entre 2006 e 2007, mas foi na temporada passada que se firmou e ganhou o apelido de 'Ortigol'. Foram 19 gols no último Campeonato Paraguaio, que o deixou na vice-artilharia da competição.

Ficha Técnica:
Nome: José Maria Ortigoza
Apelido: Ortigoza
Data de nascimento: 01/04/1987
Natural de: Assunção-PAR
Altura: 1,m8 - Peso: 75kg
Clubes: Sol de América, desde 2004


Que seja muito bem-vindo!

5 de fev de 2009

Ele se calou...

... e vai fazer uma grande falta; pelo menos a aqueles - que como eu - não se informam por veículos de baixa qualidade.

A Despedida - por Mino Carta.


Que seja breve o seu silêncio.

Crise

Se fosse no Palmeiras seria manchete de crise na certa, mas como é no time Leonor não há maiores repercussões; uma 'notinha' aqui, um 'audiozinho' ali, um repórter que pergunta ao urtigão já dando a resposta que quer ouvir; pronto, crise abafada.

Mas, como aqui não deixamos a coisa passar batida, eis o link com o áudio do avante Leonor reclamando do técnico.

De novo aquela rádio

Aquela rádio (que não vou citar o nome), que não deve ser ouvida pelos Palmeirenses, através de um de seus 'profissionais' (aquele que não sabe o que é uma arquibancada há décadas), mais uma vez ataca - de forma irresponsável - a Sociedade Esportiva Palmeiras, sua diretoria, sua comissão técnica e - principalmente - sua torcida, e desinforma seus ouvintes/leitores.

Diferente de outras épocas, onde nem reativos éramos, nossa diretoria reagiu - através de sua assessoria de imprensa - e respondeu à altura.

Vejam abaixo a nota do Palmeiras e entenda o caso:

Resposta

A Sociedade Esportiva Palmeiras lamenta a conduta agressiva do jornalista Flávio Prado e os termos irônicos e fora de contexto com relação ao comboio que levou a comissão técnica e jogadores da cidade de Sucre a Potosí, na Bolívia, para a partida desta quarta-feira pela Copa Libertadores da América.

O jornalista, através da emissora em que trabalha, em sua versão on-line, em texto e vídeo (veja links abaixo), chama de "pau-de-arara" os utilitários esportivos (SUV, na sigla em inglês) utilizados no transporte. Na verdade, são veículos luxuosos, com tração 4x4, e que exibem todo o conforto e tecnologia dos melhores modelos da indústria automobilística. Por mais que haja um engano na nomenclatura utilizada para descrever os veículos no release enviado para a imprensa (o termo usado foi caminhonete, também comumente utilizado para tais veículos), foram enviadas fotos de tais modelos, com legendas descritivas que não deixam qualquer dúvida.

Em resumo, não há qualquer motivo para tal conduta contra o Palmeiras, a não ser má-fé ou simplesmente ignorância na interpretação do texto e fotos.

A logística e a preparação pode servir de modelo para demais clubes brasileiros (o Palmeiras foi o único clube brasileiro a vencer o Potosí na Bolívia) e foi pensada, nos mínimos detalhes, com muita antecedência e cuidado.

Veja o vídeo abaixo em que o jornalista Flávio Prado critica o Palmeiras sem antes ver as fotos mandadas pela assessoria de imprensa do time. Tecer críticas sem antes ver as imagens dos veículos que transportaram nossos jogadores é um crasso erro tratando-se de um profissional de comunicação. Para reforçar o mau jornalismo, leia a matéria colocada no site da Jovem Pan On Line.

Vídeo - http://www.jp.com.br/jp/media/online/index.php?view=24242&categoria=4

"Reportagem" - http://jovempan.uol.com.br/jp/index.php?view=152101&categoria=19

Por fim, o release enviado aos órgãos de imprensa com as fotos anexadas:

"A delegação palmeirense vai deixar Sucre e seguir para Potosí em alguns instantes, para a partida de logo mais contra o Real Potosí, às 21h [23h de Brasília].

Veja (...) as fotos das confortáveis caminhonetes que vão transportar a delegação até Potosí. Todas elas são seguradas e serão conduzidas por motoristas profissionais em comboio.

Os jogadores, comissão técnica e diretoria vão se dividir em 10 veículos, todos numerados. Outras 2 caminhonetes acompanham o trajeto em standby, em caso de emergência. A Polícia Militar de Sucre vai acompanhar o Palmeiras até o estádio."


Link da nota aqui.

Canalhices

O goleiro canalha, que mais uma vez pôs a culpa de um peru até no eletrecista do panetone para livrar a própria cara, vem fazendo escola.

Thiago Neves, aquele que assinou pré-contrato com o Palmeiras, embolsou uma grana, comprou um carrão com ela, depois se arrependeu e ficou no Fluminense, não devolveu o dinheiro que havia recebido, e finalmente foi para a Europa, voltou para - ufa! - o Fluminense. Pois bem, em sua reapresentação ao time das Laranjeiras ele já disse a que veio e como funciona seu código moral e ético.

Leiam e vejam a entrevista do rapaz clicando aqui.

Etâ gente canalha e sem caráter.

O futebol é canalha

Concordo em muitas coisas, discordo em outras, mas não poderia deixar de publicar esse artigo de Régis Bonvicino, que saiu no Último Segundo - do Portal IG - no dia 01 de fevereiro:

"A “imprensa”, autodenominada crítica e independente, atribui a Afonsinho, do Botofogo do Rio, à Democracia Corinthiana e a outros fatores menores o fim da Lei do Passe. A Lei do Passe se extingiu porque interessava à expansão do capital, em processo de globalização."


Leia o artigo todo clicando aqui.

Tirem suas prórias conclusões.

4 de fev de 2009

Placar Forza Palestra - Ao vivo

Ao Vivo

Real Posotí x Palmeiras



Ficha técnica

Data: 04/02/2009 (quarta-feira)
Horário: às 23h (horário de Brasília)
Local: estádio Victor Agustín Ugarte, em Potosí - quase 4 mil metros de altitude - (Bolívia)
Árbitro: Carlos Galeano (PAR/Fifa)
Auxiliares: Óscar Viera (PAR/Fifa) e Rodney Aquino (PAR/Fifa)


* A delegação do Palmeiras seguiu em comboio às 19h00 (horário de Brasília) até Potosí, saindo de Sucre. Os jogadores, comissão técnica e diretoria se dividiram em 10 veículos, todos numerados. Outras 2 caminhonetes acompanharam o trajeto em standby, para caso de alguma emergência. A Polícia Militar de Sucre acompanhou a delegação do Palmeiras até o estádio.

Clique aqui
e veja os veículos já estacionados para acomodar a delegação do alviverde.

* Depois de vencer o Real Potosí, no Palestra Itália, por 5 x 1, o Palmeiras enfrenta o adversário na altitude de Potosí (quase 4.000 metros) para garantir a passagem de fase e encarar o chamado grupo da morte na fase de grupos da libertadores. Para passar de fase o Verdão pode até perde por 3 x 0. Vale lembrar que gol fora de casa tem peso maior, por isso, o verdão deverá tentar o ataque desde o início do jogo.

* A estratégia do Real Potosí também será atacar desde o início do jogo, pois caso consiga um gol no início da partida acredita que poderá assustar o time alviverde e tentar o que todos estão considerando impossível: reverter a vantagem e conseguir roubar a vaga do Verdão.

* Delegação do Palmeiras já está no estádio, a viagem durou 3 horas e o time já está se aquecendo no gamado.

* O time do Verdão já está escalado e é o mesmo que enfrentou o Potosí na última semana com a mudança no gol devido à contusão do goleiro Marcos; então o Palmeiras vai assim para o jogo: Bruno; Danilo, Edmílson e Maurício Ramos; Fabinho Capixaba, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza e Pablo Armero; Willians e Keirrison - técnico: Vanderlei Luxemburgo.

* O estádio não tem todas as suas dependências tomadas, ao contrário do que se esperava. Sinal que nem a torcida do Potosí acredita no milagre.

* Potosí escalado: Mauro Machado; Luis Ribeiro, Edhemir Rodríguez, Eguino e Gonzalo Galindo; Eduardo Ortiz, Nicolás Suárez, Roberto Correa, Geraldo Yecerotte, Chelo Fernández e Horacio Chiorazzo - Técnico: Vladimir Soria.

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PRIMEIRO TEMPO

* O juiz apita o início do jogo, a saída é do Potosí.

* A esperada pressão do Potosí não está acontecendo. O Palmeiras tenta tocar a bola e conter o ímpeto do time da casa; que parece estar dando certo.

* Escanteio para o Palmeiras e o ataque do verdão não aproveita.

* Falta perigosa para o Potosí, na meia esquerda do ataque do time adversário do verdão.

* Bola bate na barreira e Pierre isola para a linha lateral.

* Galindo pega o rebote da entrada da área e a bola fica na zaga do Palmeiras.

* Keirrison tenta levar o Palmeiras ao ataque, mas a zaga do Real chega bem para fazer o corte.

* Bruno sai mal em bola cruzada e o Potosí leva perigo a zaga do Palmeiras.

* Bola na área do Palmeiras, Ribeiro cai na área e o juiz manda o lance seguir.

* Cruzamento da direita, Chiorazzo toca de cabeça e Bruno, bem colocado, faz a defesa.

* Lançamento para keirrison no ataque, mas o juiz para e marca impedimento.

* Bola na trave do Palmeiras: Bruno ainda não acostumado com a altitude deixa a bola cair e ela quase entra.

* Grande jogada do Willians. Ele finta dois zagueiros pela lateral direita da defesa do Potosí, chuta e acerta o travessão do time Boliviano.

* O Palmeiras está cometendo o erro de fazer muitas faltas próximas a área permitindo as jogadas aéreas do time de Potosí.

* Edmilson tenta cortar um chute longo do avante de Potosí e quase marca contra, escanteio que não dá em nada.

* Jogo segue amarrado. Típico jogo de Libertadores.

* Danilo salva bola sobre a linha de gol.

* 29 minutos - GOL DO PALMEIRAS. Cleiton Xavier. Boa jogada do ataque, bola de pé em pé que chega a Cleiton e ele fuzila o gol do Potosí.

* Willians parece que é a primeira vítima da altitude. Já precisou sair de maca e parece que não tem condições de aguentar o segundo tempo do jogo.

* Mais uma falta próxima a área do Palmeiras.

* Bruno faz firme defesa e já arma o contra-ataque do verdão que não dá em nada.

* Palmeiras vai cozinhando o jogo e gastando o tempo.

* Cruzamento da direita, o goleiro do Potosí que também não está acostumado com a altitude falha, e Willians chega atrasado. 1 minuto de acréscimo.

* FIM DO PRIMEIRO TEMPO: Com esse resultado o time de Potosí terá que marcar cinco (5) gols no segundo tempo para levar a partida aos pênaltis.

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SEGUNDO TEMPO

* A saída é do Palmeiras. Apita o juiz e o jogo recomeça.

* Os times não sofrem alterações para a segunda etapa.

* Entra Garcia no time do Potosí.

* Jogada pelo lado esquerdo da defesa do Palmeiras, mas não dá em nada.

* Cartão amarelo para Suárez do Potosí.

* Chute cruzado que passa pela direita - com perigo - do gol do Palmeiras.

* Escanteio para o Potosí. A defesa corta.

* O Palmeiras recua perigosamente e o Potosí tenta um abafa.

* Sai Willians e entra Jumar no time do Palmeiras.

* sai Chiorazzo, entra Ruiz.

* Falta feia de Gallindo em Diego Souza. O juiz deixa barato e não mostra o amarelo. Diego sai de maca.

* Entra Leny e sai D. Souza no Palmeiras.

* Falta na entrada da área do Potosí. Cartão amarelo para o zagueiro Boliviano (Yecerotte). Na cobrança da falta a bola passa por todos e sai pela linha de fundo.

* Jogada bisonha. Cruzamento na área do Palmeiras, o atacante Garcia do Potosí corre, não olha para a bola, essa bate em sua cabeça e sai pela linha de fundo.

* Cobrança de falta para a área do Palmeiras, Hernandez tenta o toque e Bruno fica com a bola.

* A bola é lançada na área do Palmeiras e Bruno sai do gol pra ficar com a bola.

* Palmeiras administra, tenta jogar no contra-ataque, mas não consegue acertar.

* 29 MINUTOS. GOL DO PALMEIRAS. Keirrison. Bola mal recuada para o goleiro do Potosí, Keirrison rouba a bola, finta o goleiro e amplia. Agora, Palmeiras 2 x 0.

* Emoção garantida. Sai Danilo e entra JECI. Meu Deus!

* Cruzamento na área do Potosí e quase Lenny deixa o seu.

* O jogo se arrasta. O Palmeiras cozinha e o Potosí tropeça na própria ruindade.

* O jogo caminha para o seu final, que se preparem LDU, Colo-Colo e as putinhas do nordeste.

* O Palmeiras estréia na fase de grupos fora de casa contra a LDU.

* Lenny dispara e é só parado na falta.

* Na cobrança quase que Cleiton Xavier deixou o seu. Bela defesa do goleiro Mauro do Potosí. Na cobrança do escanteio a bola sobra novamente para o Cleiton que dispara de média distância e Mauro novamente defende.

* Bobeada da defesa do Palmeiras, Garcia aparece livre, cabeceia e Bruno faz boa defesa.

* Já estamos por conta do árbitro, somente faltam os descontos.

* FIM DE JOGO. O Palmeiras está classificado.

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* Aproveitem o final do jogo, assistam os gols dos vários campeonatos e vejam o PERU que o goleiro bambi tomou hoje (hilário).

* Foi um prazer tentar passar o que aconteceu em Potosí para os amigos. Um grande abraço a todos e boa noite.

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RESUMO

FICHA TÉCNICA

REAL POTOSÍ 0 X 2 PALMEIRAS

Estádio: Victor Agustín Ugante, Potosí (BOL)
Data/hora: 04/02/2009, às 23h (horário de Brasília)
Árbitro: Carlos Galeano (PAR/ FIFA)
Assistentes: Oscar Vera (PAR/ FIFA) e Rodney Aquino (PAR/ FIFA)

Gols: Cleiton Xavier, 29’/1ºT (0-1), Keirrison, 29’/2ºT (0-2)
Cartões amarelos: Suárez e Yeserotti (Real Potosí)

REAL POTOSÍ: Mauro Machado, Gatty, Rodriguez, Gallindo e Eguino; Suárez, Ortiz, Correa e Chiorazzo (Maciel, 10’/2ºT); Yeserotte e Horácio Fernandes. Técnico: Vladimir Soria.

PALMEIRAS: Bruno, Maurício Ramos, Edmílson e Danilo (Jéci, 31’/2ºT); Fabinho Capixaba, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza (Lenny, 16’/2ºT e Pablo Armero; Willans (Jumar, 10’/2ºT) e Keirrison. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Placar Forza Palestra

Você pode tentar assistir ao jogo de hoje - ao vivo - acessando este link aqui. As instruções se encontram na página. Boa sorte!

Caso não consiga e ainda o amigo não tenha tv a cabo acompanhe, a partir das 22h30, aqui neste espaço - ao vivo - o confronto entre Real Potosí x Palmeiras.

Em tempo real você acompanhará o que estiver acontecendo no Himalaia.

Até lá!

1 de fev de 2009

Curiosidade

Confesso que nunca me ocorreu a dúvida, mas hoje, dando uma olhada nos portais de net algo me chamou a atenção; você sabe "de onde surgiu a expressão gandula?"

Eis a resposta dada pelo setor de curiosidades do Brasil Escola, do Portal IG:

"Gandula é a pessoa que busca as bolas jogadas para fora do campo em uma partida de futebol. Essa função surgiu após a construção do estádio do Maracanã, onde várias bolas saíam e era necessário alguém com a função de buscá-las.

O termo “gandula” surgiu em 1939. Naquela época, o time do Vasco da Gama contratou um atacante argentino chamado Bernardo Gandulla, porém esse jogador não se adaptou ao time e ficava apenas no banco de reservas. Para tentar mostrar utilidade ao seu time, ele sempre corria e pegava as bolas que saíam do campo, até mesmo as do adversário, assim, esse jogador se tornou simpático perante a torcida, quando ele foi embora, o termo “gandula” continuou a ser usado para designar os repositores de bolas.
"

Link clicando aqui.

Nunca me ocorreu a dúvida, então, como saberia a resposta?!

Loco né?