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"Em 40 anos de jornalismo, nunca vi liberdade de imprensa. Ela só é possível para os donos do jornal". (Cláudio Abramo, que dirigiu Folha e Estadão)

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30 de nov de 2008

E siii???

Tenho um grande amigo, corinthiano por sinal, que nos momentos de decisão, daqueles onde todos acham que 'as favas já estão contadas', diz: e se??? (e siii, na linguagem do dia-a-dia).

Hoje o encontrei no buteco - algumas cervejas depois - ele me disse, com um sorriso daqueles que mostram uma certeza que nem eu tinha mais: "... e si???..."

Boa Quércia (esse é o apelido dele), e siiii???

Domingo espero encontrá-lo, espero que as cervejas o façam, mais uma vez, irresponsável, e que ele me venha com o e siii. Ah! E siii????

Marquinhos

E Marquinhos jogou.

Se bem, mal ou mais ou menos, não sei; o que sei é que jogou.

O que sei que é bateu uma falta que obrigou defesa difícil do goleiro do Palmeiras. O que sei é que jogou, como jogou Wagner Diniz, como jogaram muitos outros.

O que sei é que ele, Marquinhos, cometeu o erro que cometeram muitos outros; erro que cometeu Rivaldo, erro que cometeu Alex. Seu erro? Jogará, se bem ou mal não sei, no Palmeiras.

Estivesse contratado pelo time Leonor seria, desde já, aclamado como craque; quem sabe seria – desde já – o 'melhor jogador em atividade no Brasil', como foi – sem nunca ter sido - Dagoberto, por exemplo.

Não, não discuto suas qualidades. Não sei se é bom, ruim, craque ou perna-de-pau, o que sei é que durante essa semana foi julgado, e acusado, pelo simples fato de jogar – ano que vem – no Palmeiras (vendido, venal - desculpem a redundância, mas é para lembrar um adjetivo que uso para aqueles que o acusam, sem caráter etc).

E Marquinhos jogou, se bem ou mal, não sei. Jogou; como joga todos os domingos, como joga todas as rodadas. Espero que se conscientize que terá que jogar muito, porque jogando no Palmeiras será 'o sonolento', será 'somente uma promessa'...

Odeio muito tudo isso

Durante a semana os blogueiros do bem, liderados pelo blogueiro do bem mor, acompanhado pelo seu filhote, o ínfimo, repercutido por um colunista - nada torcedor - lá pelos lados do Estadão, socaram as teclas e disseram ser nada ético o Palmeiras, sempre ele, ser dono de um jogador que poderá, poderá, quem sabe, oxalá, tomara (tudo para confirmar uma hipótese), entregar o jogo, vejam - para o Palmeiras. O cara já é jogador da Traffic (encarnação do mal), inimiga do time do bem. O que ninguém disse é que a prática, aqui por campos tupiniquins, é coisa corriqueira. O que se falou e se mostrou é que existe um time a ser destruído, a quem não sabe, o Palmeiras. Mas, como se voltando das tumbas, ressuscitando (feito um leproso bíblico), VL (assim o nomeiam) resolveu botar os pingos nos 'is'. O problema é que como é VL ninguém repercute, só falam e reescrevem aquilo que os arautos da moralidade querem mostrar ao mundo. Mas, por aqui, apesar de não termos procuração nenhuma para defender VL, Traffic ou qualquer empresário, defendemos a honra de um time, que mesmo sendo patrocinado - há anos atrás - por uma multinacional que patrocinava o rival, foi eliminado (mostrando que aqui se tem caráter) em um jogo decisivo; vejam só, contra um adversário patrocinado pela mesma multinacional. Por aqui conseguimos jogar o jogo e mostrar que quando ganhamos ou perdemos o fazemos nas quatro linhas. Valeu Luxemburgo, acho que você está voltando à velha forma. Aos com caráter duvidoso (JK, 'o ínfimo', aquele de uma banda decadente de rock...) meu desprezo. Eis o que disse, sem ter resposta, o técnico do Palmeiras:

“O Wagner Diniz, do Vasco, já acertou com o São Paulo. Mas não vi ninguém falando nada na partida do último domingo. O jogador entrou cara a cara com o goleiro (Rogério Ceni), perdeu o gol e nada foi ventilado.” (VL)


_________________________
Escrito da maneira que veio à cabeça.

28 de nov de 2008

Bolão - 37a. Rodada

Penúltima ou 37a. Rodada. Eis meus palpites para o bolão. O resultado da rodada passada ainda amanhã, sabado; ou talvez, só na próxima semana, para deixar o jogo ainda mais emocionante.

26 de nov de 2008

Destaques

Domingo estive – como durante todo o campeonato – no Palestra para torcer pelo meu time do coração. O que vi me deixou ainda mais entristecido. Pareciam vários burocratas, daqueles de repartição pública, batendo os seus carimbos e esperando a hora do expediente acabar. Salvaram-se, como de costume, alguns abnegados, e como aqui não sou de deixar as coisas no ar, mais uma vez salvaram-se o Santo (aquele que há algumas semanas foi execrado), Pierre e Kleber.

Sobre o jogo escreveu muito bem o Conrado; sobre a sensação que sentimos (os verdadeiros torcedores Palmeirenses) versou com brilhantismo o Barneschi.

* * *

Durante todo o campeonato os 'consumidores' leonores se ausentaram do 'elefante branco'. Até jornalista (o do bem, é claro!) precisou conclamar para que esses diferenciados comparecessem e incentivassem 'o time do coração'. Nas duas últimas rodadas eles voltaram. Lá estão, de maneira oportunista para colher os frutos daquilo que não ajudaram a plantar. Nas ruas uma infestação de camisas tricolores, coisa que eu não via há meses, desde a derrota do time Leonor na libertadores. Gente que não sabe nem o caminho para o estádio de seu time, o preço do ingresso, muito menos que um arremesso lateral se efetua com as mãos, se dá ao direito de - como um sorriso cínico, de canto de boca – tentar falar comigo sobre futebol. Para esses o meu desprezo.

O Barneschi tem coisas escritas sobre isso. Leia aqui e aqui.

* * *

Quando por aqui (na mídia Palestrina) levantamos a lebre de que pode haver algo mais que apenas coincidências no fato do apito beneficiar sempre um mesmo lado, aliás esse Blog nasceu com um texto sobre isso [releia aqui], dizem que somos apenas blogues de torcedores, não podemos ser levados em consideração, que falamos com a paixão, que escrevemos como o coração. Invariavelmente, quando isso acontece, vem aquele velho chavão de que se erra para todos os lados e que, para podermos continuar confiando e apreciando futebol, temos que crer que os erros são normais (é mais um consenso nos sendo empurrado goela abaixo). Pois bem, os blogues de 'jornalistas', lógico que sempre aqueles 'do bem', agora – não sei (acho que sei) a troco de quê – dizem que há conflito de interesses quando um jogador com pré-contrato assinado com clube X (no caso o Palmeiras) irá enfrentar o clube X (no caso o Palmeiras). Coisa de gente sem caráter e irresponsável, pois quem – a partir do que foi dito – está na berlinda é uma jovem promessa, que não deve ter mais que 20 anos de idade. Se não jogar o 'menino' será tratado como pipoqueiro, traíra etc., se o fizer e não jogar bem é porque é um vendido – não o fez para benefício próprio.

O OV e o Opinião Verde têm visões muito interessantes sobre o fato.

* * *

Diminuindo o ritmo, pois o cansaço, mas além disso uma sensação de profunda tristeza, me impede de escrever com mais freqüência. Em breve, como bom torcedor, como bom Palestrino, voltarei ao normal. É só terem um bocado de paciência.

O Rapha já está se recuperando.


FORZA PALESTRA!

19 de nov de 2008

Bolão - 36a. Rodada

Ainda resistindo, eis meus palpites para a 36a. rodada do Bolão do Brasileirão 2008:

16 de nov de 2008

O que faltou?

Mais um ano se encerra como começou. Terminaremos 2008 como o iniciamos, torcendo contra o inimigo e a favor de algum adversário para que o primeiro não triunfe.

Hoje, ao gosto de muitos o time foi extremamente profissional. Lá estavam, no horário marcado, todos - sem exceções - mostrando vontade, todos em suas devidas posições. Goleiro debaixo do gol, laterais marcando, meias ajudando na marcação, avantes deixando suas marcas quando exigidos; tudo conforme dita a regra, a boa moral, e os bons costumes. Mas, isso não bastou; como sempre, sempre, não basta.

Somente faltou, de novo, aquele espírito de vencedor. Aquele espírito que os anti-profissionais não têm por serem assim, mas que - com certeza - jogador de futebol, por ser profissionalíssimo, não tem também; e o que não garante título algum por si só, muito pelo contrário.

Faltou aquele algo mais. Durante todo o campeonato. O que faltou? Faltou improvisação, faltou fugir à regra, faltou anti-heroísmo. Faltou onze craques atuando como onze craques, mas que quando a técnica não vinga vão buscar na malandragem, no anti-heroísmo, na descida 'à la Marcos', nos carrinhos de Pierre, nas cotoveladas de Kleber, o algo mais... Faltou, tenho certeza, um bocado de amodorismo, um bocado de amor à camisa, um punhado de falta do tal profissionalismo.

Pena serem somente três, e apenas somente eu ainda ver o futebol desse jeito.

Hoje, uma pequena lágrima apareceu. Talvez porque ainda me emocione com tudo isso, mesmo que na maioria das vezes me pergunte por quê?


LÁGRIMA

Célia Maria (MINA)


Gota perdida, descontrolada, transparente...

Amiga inocente, cúmplice displicente,

Ah! Quanto representa,

parece vinda do peito,

Escondida junto aos sonhos desfeitos.


Lágrima tímida e sentida,

Cai triste e complacente,

Desfazendo toda ansiedade,

Amenizando enganos, improbidades.


Sábia, sóbria e paciente,

Traz tanto ressentimento,

De uma beleza translúcida.

Mais parece um brilhante perfeito.


Lágrima, minha pura gota inocente,

Cúmplice indulgente de caminhada,

Renove poesias e sonhos salientes,

Para que outra vez, volte a me encontrar.



FORZA verdadeira TORCIDA DO PALESTRA!

Marcos III

O DESTEMPERO DE MARCOS
Com seus equívocos sublimes, o goleirão do Palmeiras destoa do mundo chato das celebridades vazias

Por: JOSÉ GERALDO COUTO

O APELIDO "São Marcos" é dos mais inadequados. Marcos é grande justamente porque não é santo. É um mortal com todas as fraquezas e contradições inerentes à sua espécie (a espécie dos homens, não a dos goleiros).

Na derrota do Palmeiras para o Grêmio, o goleiro alviverde percorreu toda a escala da condição humana em poucos minutos. Foi do ridículo ao sublime, e vice-versa, num ímpeto irresistível.

Para quem não viu: após tomar um frango na bola alçada por Tcheco, Marcos se lançou estabanadamente ao ataque, postando-se na área adversária quando restavam 15 minutos. A torcida foi à loucura. O técnico Vanderlei Luxemburgo também, mas num sentido oposto.

No dia seguinte, com a cabeça mais fria, o goleiro não tentou capitalizar o destempero a seu favor. Muito pelo contrário, confessou-se envergonhado, julgou infantil sua atitude da véspera.

Para efeito de contraste, vale lembrar a postura de Rogério Ceni, que em mais de uma ocasião deixou de admitir falhas clamorosas, atribuindo a responsabilidade aos colegas ou culpando fatores externos (o vento, a chuva, a luz). Assim vai chegar a presidente do São Paulo.

Marcos teve altos e baixos na carreira, como todo grande goleiro. Foi impecável na Copa do Mundo de 2002, mas falhou em situações decisivas, como a final do Mundial de Clubes, em Tóquio, em 1999.

Não é, portanto, a condição técnica que o diferencia dos outros bons goleiros da praça. O que torna Marcos único é a candura com que expõe sua precariedade, sua contingência, que no fim das contas é o patrimônio comum a todos nós, bípedes sem plumas, desde o infeliz Adão.

É isso o que o torna querido não só dos palmeirenses mas de todos os torcedores. Nós nos identificamos com Marcos porque vemos nele nossa fragilidade e nossas melhores potencialidades. Mesmo aos tropeços, o homem pode brilhar.

Num mundo de celebridades ocas, em que a imagem se sobrepõe a tudo (basta ver os "direitos de imagem", os "assessores de imagem" etc.), é animador ver alguém que dá a cara para bater e depois não esconde os hematomas. Se, por um desconcerto espaço-temporal, Fernando Pessoa tivesse visto Marcos, não poderia ter escrito o verso "Nunca conheci quem tivesse tomado porrada".

Maradona, Felipão, Edmundo, Muricy Ramalho e uns poucos outros, cada um à sua maneira, também se destemperam e se expõem de quando em quando, sem medo do ridículo. A coluna de hoje é dedicada a esses destrambelhados que nos salvam da vida domesticada, que é o outro nome da morte.


Forza Marcos!

15 de nov de 2008

Drops

Exemplo de aministração

Alô Juca, alô imprensa esportiva em geral. Tá bem que a coluna chama-se arquivo confidencial, mas vocês que cantam em verso e prosa o fato do time leonor ser um oásis de profissinalismo e boa administração, em meio a um deserto de inéptos, estão pagando (ou será que recebendo?) de péssimos jornalistas'. Isso, no jargão, se chama barriga; na mídia Palestrina é cabotinagem.

Morumbi é penhorado em ação de Ameli


Isso é hora?!

Torcedores ofendem delegação palmeirense no embarque ao RJ.

Bolão - 33a. e 34a Rodadas - conferência

Se não houver nenhum erro, o que é bem possível que exista, o bolão está assim, faltando apenas cinco (5) rodadas para o final. Na parte de cima a briga é boa pela posse da camisa retrô do Palestra. O Pinho e o Guto estão se revezando, rodada-a-rodada na liderança, sempre seguidos de perto pelo Barneschi. Um acerto em um placar do jogo do Palmeiras e o(s) artilheiro(s) do jogo pode fazer com que o Barneschi assuma a liderança. Quem vencerá?

Bolão - 35a. Rodada

Com a rodada iniciada no meio da semana, e esse jogo valendo um ponto para todos os apostadores, eis meus palpites para a 35a. rodada do bolão do brasileirão 2008. Os resultados da 33a. e 34. rodadas em minutos.

14 de nov de 2008

A última que morre

Já postei que a esperança se foi, mas quem sou eu para duvidar de uma corrente de milhões. Então,

EU ACREDITO...



Então, FORZA... Pois, eu acredito em vocês.

12 de nov de 2008

Bolão - 35a. Rodada

Quer dizer então que em um campeonao embolado, cinco equipes disputando o título, haverá um jogo no meio da semana? Somente aqui onde árbitro não apita nada, onde tribunal decide campeonato, onde...

Fui pego de surpresa. Esse resultado será computado como um (01) ponto para todos os apostadores.

Amanhã o resultado das últimas semanas.

Abraço a todos.

Forza Marcão!

Marcos II

Essa eu copyleftei do 3VV. Trata-se de um comentário de um corinthiano, que postou no Blog do Lédio Carmona o que ele sentiu ao ver o nosso Santo indo - arrogantemente, indisciplinadamente, à maneira de um mau-caráter, como muitos disseram - ao ataque para 'atrapalhar' os gênios da linha Palestrina. Vejam, isso foi dito por um corinthiano:

São Marcos

Por KADJ OMAN

Em 1999 e 2000, por duas vezes, o goleiro do Palmeiras deixou todos os corinthianos nervosos, tristes, decepcionados, putos.

Seu nome ainda era Marcos. Só Marcos.

Virou São Marcos.

E hoje, 8 anos depois, o mesmo goleiro deixou este corinthiano com lágrimas nos olhos.

Pelo que fez a partir dos 30 minutos do segundo tempo do jogo em que seu time ia sendo derrotado pelo Grêmio por 1 x 0 dentro de casa, jogo que valia a vida no campeonato, a luta pelo título.

Ao correr pra área adversária, primeiro numa falta, depois num escanteio, depois com a bola rolando, São Marcos não desrespeitou apenas as ordens de Luxemburgo.

Muito mais do que isso.

Ele foi contra o disciplinamento excessivo.

Contra o controle sem sentido.

Contra o jogar sem emoções.

São Marcos derrubou a barreira entre jogador e torcedor. Fez o que todos os 28 mil na arquibancada queriam ter feito.

Escutou seu coração, lembrou o ditado, o colocou na ponta das chuteiras, e disse: “isso é a minha vida, eu decido o que fazer com ela”.

Como disse um amigo, lembrou Garrincha.

E Pelé.

E Maradona.

Foi, simplesmente, genial.

A derrota de ontem deveria ser para o palmeirense talvez uma das mais orgulhosas dos últimos tempos.

Porque, pra além do que ela significou em termos de campeonato, está seu significado pro imaginário, pra memória, pro coração do alviverde.

Que ficou sabendo, mais do que nunca, que ali, embaixo das suas traves, no comando da defesa que ninguém passa, está também uma parte da torcida.

Que canta e vibra.

Pelo alviverde inteiro.

Que sabe - e como sabe - ser brasileiro.

Marcos, sei que provavelmente você nunca vai ler isto.

Mesmo assim, precisava agradecê-lo por me dar a certeza de que você, com esse caráter incrível, não defendeu aquele pênalti em 2000.

Foi o Marcelinho que o perdeu.

Abraços.

De um fã corinthiano que, mesmo assim, não pode deixar de aplaudir um gênio do futebol.


E nós (me inclua fora desses) o criticamos.

Forza Marcão!

Marcos

Pronto, todos agora devem se dar por satisfeitos. Marcos, o grande vilão da derrota de domingo reconheceu seu erro; disse que foi uma atitude ridícula. Pronto, Marcos se igualou a todos os outros jogadores da equipe. Agora todos são ridículos, ele por sua atitude, o restante do elenco pelo futebol. Marcos, além disso, se iguala à geléia real do futebol brasileiro, onde não se pode falar nada fora do script, onde atitudes são julgadas, sempre pondo em dúvida o caráter da pessoa; basta que para isso a pessoa (no caso um jogador de futebol) saia - um centímetro que seja - do padrão estabelecido. Para aqueles que clamaram para que nosso capitão, maior ídolo e líder em campo se retratasse, eis:

"Todo mundo pode julgar a minha atitude, depois friamente em casa pode parecer ridículo...".

Eu, de minha parte, que ainda o idolatro, pois ainda tenho uma dívida enorme com o Marcos, pois ele não me abandonou quando eu mais precisei, quando na dor da queda para a série B ele no Palmeiras permaneceu, para - com suas defesas, sua segurança, sua liderança - nos trazer de volta à elite do futebol nacional; eu, acredito que o que ele fez foi por amor ao Palmeiras, ao contrário da atitude apática de muitos dos que estão no clube, pois para esses o Palmeiras é apenas uma vitrine ou um degrau a mais em suas pretensões européias, japonesas, afegãs, coreanas, ou do raio que os parta; eu, prefiro ficar com outro trecho da entrevista do Santo; fico com esse:

"Com 16 anos de clube, você deixa de ser profissional. Quando ofereceram R$ 45 milhões para jogar no Arsenal, eu preferi a Série B".

Além disso, gostei muito do que escreveu o Giocondo, lá no Sobre Porcos e Ratos: "Um palmeirense de chuteiras...".

Me identifiquei com o que ele escreveu, pois minha vontade no domingo, foi invadir o campo de jogo e mostrar para aquele bando de 'sonsos' que vestiam 11 camisas verde-limão, mas com o símbolo do Palmeiras no peito, que até eu faria melhor do que eles estavam fazendo. Marcão fez isso por mim.

Forza Marcos!

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Tenho muitos amigos que recriminaram a atitude o Marcos. Respeito cada um deles, mas não vou chutar o Santo, isso pode se virar contra mim.

10 de nov de 2008

Bingo!

"Com punição ao Goiás, título brasileiro pode ser definido em Itumbiara."

Enquanto isso, o presidente do Palmeiras, Afonso Della Mônica, briga - internamente - para aumentar o seu mandato.

É por essas e por outras que mais uma vez a 'vaquinha foi pro brejo'.

Fora Della Mônica!

Já era

É amigos, já era. Em um segundo semestre digno de reprovação, a 'vaca foi para o brejo'. E não foi ontem, ela foi caminhando lentamente, durante todo o semestre, sem que a maioria, inclusive eu, nos déssemos conta disso.

Ela foi pro brejo devido aos erros de arbitragem, essa que nós tanto criticamos, mas não foi esse o fator fundamental, pois time grande, de chegada, campeão, segue seu rumo mesmo com o apito contra. Mas, aí reside um dos primeiros erros de nosso querido Palmeiras: os homens (com agá minúsculo mesmo) que o dirigem somente pensam em si. É mais importante uma reeleição que 'brigar' por igualdade de condições no apito, pressionar nos bastidores.

O brejo se aproximou lentamente nos julgamentos do STJD, mas nossos dirigentes, como já disse acima, estavam preocupados com coisas mais importantes.

O brejo ficou próximo com contratações esdrúxulas, ou alguém acha que um banco de reservas que contava com Maicossuel, Lenny, Preá, Fabinho Capixaba; sem contar com a titularidade de Evandro, os ausentes Jéci e Gladstone, etc. é digno das tradições esmeraldinas? Mas, nossos queridos dirigentes por estarem preocupados com coisas mais importantes deixaram tudo, inclusive a contratação de jogadores, nas mãos do técnico.

Agora, é juntar os cacos, repensar tudo, inclusive - calculadora à mão - saber se compensa ter uma comissão técnica de Luxemburgo com resultados de Caio Junior.

Ontem, não consegui nem chorar, tamanha a raiva. Não consegui nem escrever, tamanha a decepção. Hoje, ainda sob o efeito dos acontecimentos, resolvi ser apenas comedido, pois - senão - alguns bons palavrões seriam dirigidos a todos que comandam o Palmeiras.

Agora, é agüentar mais um título da sub-raça, pois já era.

Forza torcida do Palestra!

7 de nov de 2008

Bolão - 34a. Rodada

Ainda em viagem, e sem condições de blogar com a freqüência que os leitores merecem, eis meus palpites para essa rodada:

3 de nov de 2008

Pequena nota

Desculpa Léo Lima, mas é que você não vinha jogando bem; nem durante o campeonato, mito menos ontem. Desculpa Léo Lima, pois eu já estava vindo ao computador para te detonar. Mas, você acreditou - ontem mais que eu, pois eu já havia perdido as esperanças. Aquele seu pique, aos 45 do segundo tempo, acreditando em mais um lance que parecia fadado ao fracasso foi a mostra que AQUI É PALMEIRAS, contra tudo e contra todos; contra a imprensa sim, contra o STJD sim, contra as arbitragens sim.

Ontem, nos pés, no carrinho e na perseverança de Léo Lima vi renascer as minhas esperanças. Não tenho mais dúvidas, seremos campeões... Mais uma vez.

Se o time jogou bem? Não vem ao caso, o que importa - nesse momento - são os três pontos, mesmo que arrancados a fórceps, jogando mal e/ou no último minuto de um jogo qualquer.

Valeu Léo Lima.

Forza Palestra!

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Durante essa semana estou viajando a trabalho. Pode ser que as postagens fiquem um pouco mais raras, mas farei o possível para que isso não aconteça. O bolão atualizo até quarta-feira. No domingo, com ingresso já reservado, nos vemos no Palestra.

1 de nov de 2008

NOTA DE FALECIMENTO

Com profundo pesar, a Sociedade Esportiva Palmeiras comunica o falecimento do senhor Ladislau Silveira Reis, 73 anos, pai do goleiro Marcos.

O senhor Ladislau morreu em conseqüência de problemas cardíacos às 6h deste sábado, em Marília.

O goleiro Marcos foi dispensado do treino deste sábado (01) e seguiu para Marília. O enterro acontece na manhã deste domingo, 2 de novembro, em Oriente.

ASSESSORIA DE IMPRENSA - SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS


O Forza Palestra só pode desejar muita força a nosso santo nessa hora; a ele e a toda sua família.

Forza Marcão!