Bem, iniciamos o novo ano em casa nova e com novo nome. O antigo Forza Palestra (esse que agora você lê) agora se chama Divino, o Blog do Ademir, e está no Wordpress:
(https://adcastellari.wordpress.com).
Fiz isso para não causar mais confusões, pois já havia – quando criei o Forza Palestra – o Blog de mesmo nome do amigo Barneschi; além disso, com o passar do tempo outros espaços com o mesmo título foram aparecendo.
Com isso, espero não causar confusão na cabeça dos leitores e muito menos embaraço para os outros espaços que se utilizam do título Forza Palestra.
Mudamos de nome e de endereço, mas os leitores podem ter certeza que as opiniões, a luta por um Palmeiras forte e vencedor, e a briga pelos torcedores das arquibancadas continuarão as mesmas que nos fizeram leitura obrigatória para um bom número de Palmeirenses.
Aos poucos vou me familiarizando com as novas ferramentas e em breve as coisas estarão normalizadas por aqui.
Aos que me acompanhavam no Forza Palestra e continuarão por aqui meu muito obrigado.
Que 2010 seja de vitórias Palestrinas.
Forza Palestra!
Busca
17 de jan. de 2010
Ano novo, casa nova
Postado por Ademir Castellari às 11:02:00
31 de dez. de 2009
23 de dez. de 2009
15 de dez. de 2009
Férias
Sei que estou devendo um texto avaliando o ano do Palmeiras. Sobre esse cansativo ano que só nos impingiu tristeza e desesperança, mas confesso que o cansaço - de tudo, inclusive do time desse ano - não me permite fazê-lo por ora.
Então, comunico a todos que talvez isso só ocorra no início do próximo ano. Ano que começará em casa nova e com novo nome para nosso espaço. Aguardem.
Bom final de ano, boas festas. E que 2010 seja aquilo que pensamos que seria 2009.
Um grande abraço a todos(as).
Estou de férias.
Forza Palestra!
Postado por Ademir Castellari às 10:07:00
11 de dez. de 2009
Tristeza
Em tempos de internet há encontros que se constroem sem nunca se ter cruzados caminhos. Se conhecem pessoas, seres humanos, amigos... sem nunca se ter fitados os olhos da outra pessoa. Amizades, companheirismo e gostos comuns se criam; não há a necessidade premente do encontro aqui e agora, mesmo que ele seja planejado, querido, desejado.
Hoje, um desses encontros, um desses cruzamentos de olhar, uma dessas amizades se foi. Sem nunca ter ouvido a voz, sem nunca ter cruzado um olhar, fiquei sabendo que perdi uma amiga, uma companheira de sofrimento, uma Palestrina...
Recebo, com incredulidade - através da rede de amigos, companheiros, confidentes - que perdemos para a vida (afinal, iniciamos a morte ao nascermos) a querida Flavinha Mercaldi.
Nem sei o que dizer. Somente digo que estou muito triste. Mas, como consolo - para todos nós - nos sobra que talvez 'a morte seja o segredo desta vida'.
"Que minha cinza alimente a erva e que a erva alimente outro Homem como eu...".
Tristeza!
Postado por Ademir Castellari às 23:35:00
Seria sonho?
A alegria pode estar voltando. Aguardem os desdobramentos que pode ser que voltemos a sorrir muito em breve.
FORZA PALESTRA !
E o nome é...
Postado por Ademir Castellari às 13:49:00
9 de dez. de 2009
Novo blogue no ar
Infernizando aquela gente que se acha o último biscoito do pacotinho, o supra-sumo do jornalismo, o bastião da resistência da moral, dos bons costumes; da família, da tradição e da propriedade, eis que de um post fixo no Cruz de Savóia surge para o mundo, agora sob a forma de blogue, o meu, o seu, o nosso: NO CU DOS JUQUINHAS.
Não percam. Já está entre os favoritos.
Postado por Ademir Castellari às 17:24:00
7 de dez. de 2009
Enquanto o sol não vem...
Somos só Desilusão...
e Tristeza.
Postado por Ademir Castellari às 09:39:00
6 de dez. de 2009
Bolão Brasileirão 2009 - Resultado Final
Já computados os palpites especiais (campeão, vice, terceiro, quarto e artilheiro) eis o resultado final do nosso bolão.
Caso não haja erro nosso campeão, desse ano, é o amigo Xoxe. Se houver algum problema na totalização entrem em contato que refaço a contagem.
Amanhã, quiçá na terça, inicio o balanço de 2009 do Palmeiras. Hoje, a tristeza e a decepção são tantas que não consigo escrever um parágrafo sequer, somente uma vontade imensa de xingar todo mundo, o que não farei para não ser injusto com ninguém.
Mais um ano vendo a festa alheia e esperando por um milagre que não veio.
Depois desse balanço férias do blogue que, quando voltar, estará em nova casa, com novo nome e alguns colaboradores, pois a tarefa de escrevê-lo, além de ser árdua, faz com que criemos algumas inimizades e rusgas, que pelo menos, quero dividir com outros amigos.
De momento, uma tristeza e uma dor que não conseguiria, mesmo que quisesse, expressar em palavras.
Até amanhã, ou terça-feira, quem sabe.
Postado por Ademir Castellari às 20:45:00
5 de dez. de 2009
Resultado bolão
Consegui atualizar o resultado do bolão. Algumas considerações:
1. Pode haver erros, se houver avisem que corrijo;
2. Há a pontuação especial, que será computada após o final de semana;
3. Atentos para a pontuação especial da última rodada, pois caso o milagre aconteça todos merecemos.
4. Agradeço a paciência e me desculpo pela ausência. Um misto de cansaço com tudo que aconteceu e com o trabalho motivaram o atraso.
Eis a classificação:
Postado por Ademir Castellari às 13:30:00
[OFF]Não leia porcaria
Folha censura blogueiro
Do Blog do Nassif: A campanha que incomoda a Folha
Do Blog do Azenha: Blogueiro notificado pela Folha: "Intimidação"
Do Blog do Mello: Veja aqui as imagens censuradas pela Folha / UOL
Do Blog do Arles (Arlesophia): Censurado
Do Blog do Brizola Neto: Estupra, mas não boicota. É a lei da Folha
E, agora, aqui nesse Blog.
Vamos ver se serei notificado também.
Postado por Ademir Castellari às 12:34:00
4 de dez. de 2009
Bolão Brasileirão 2009 - Última Rodada
Chegamos à última rodada de nosso bolão. Antes do palpite vamos a algumas considerações:
1) A atualização será feita até amanhã, sábado, sem falta.
2) Por motivos particulares não houve rodada na semana passada, sendo assim, ninguém pontuou.
3) Essa rodada terá pontuação especial, dessa forma: acerto no placar pontuação dobrada, acerto total dos artilheiros pontuação dobrada. Caso o Palmeiras vença, o Flamengo e o Inter não, nos sagraremos campeões do certame. Sendo assim, o acertador do placar - em caso do título do Palestra - ganhará mais 10 pontos. Se acertar os artilheiros, no mesmo caso, o acertador terá ainda um bônus de mais 5 pontos. Então, é só torcer e secar os rivais, afinal, não nos resta muito mais a fazer.
Meu palpite:
Postado por Ademir Castellari às 14:59:00
23 de nov. de 2009
[OFF]Bicha Burra
Como é que é a história mesmo? Bicha burra nasce morta? Parece que não lá pelos lados do Jardim Leonor.
Veja aqui a prova de que não.
Postado por Ademir Castellari às 18:12:00
Ódio eterno ao futebol moderno
Chamado a ler esse texto pelo Seo Cruz via twitter, então @SeoCruz, vou fazer mais. Vou reproduzi-lo, na íntegra, pois é disso que se trata. Brilhante.
Via: Histórias Brasileiras
PELO FIM DO FAIR PLAY: QUERO PORRADA NOS GRAMADOS
A primeira pancadaria no estádio a gente nunca esquece. A frase me ocorreu ao assistir as cenas de pugilato entre os times do Fluminense e do Cerro Porteño no jogo da semana passada pela copa sulamericana de futebol. Afirmo que a garotada tricolor que foi ao estádio nunca mais esquecerá do furdunço no gramado.
Assisti ao jogo pela televisão e depois escutei as resenhas das mesas redondas. Ouvi dezenas de comentários sobre o absurdo que foi o arranca-rabo: Um péssimo exemplo, mancha o futebol, é uma mácula no jogo limpo e quejandos.
Não sei não, mas quando eu era moleque, e não havia essa frescura politicamente correta, a torcida adorava quando o pau quebrava entre os jogadores dos dois times. Era só começar o qüiproquó que as arquibancadas gritavam:
- Porrada! Porrada!
E digo mais, no tempo em que os jogadores saiam com mais freqüência na porrada dentro de campo eram raríssimas as brigas nas arquibancadas. Alguém há de concordar comigo: A violência nas arquibancadas cresceu na medida oposta ao afrescalhamento do jogo nas quatro linhas. Quem quiser que explique as razões e faça suas sociologias; eu só constato isso.
Jogo de futebol não é espetáculo de ópera ou coisa parecida. É drama, epopéia, catarse coletiva e o escambau. Arquibancada é o melhor divã do mundo. Eu, se fosse dar um conselho a algum psicanalista, diria com absoluta convicção:
- Queres conhecer o inconsciente do fulano de tal ? Observe o comportamento dele numa arquibancada. A arquibancada é o único espaço do mundo que não comporta mentiras - o sujeito mostra efetivamente o que é. E o psicanalista, que no campo de futebol provavelmente deve se sentir tão confortável quanto um judeu ortodoxo na Faixa de Gaza, há de zombar da irrefutável verdade.
Sou, por isso, a favor de uma campanha contra o fair play da dona FIFA. Acho que precisamos incentivar a volta do conflito generalizado em campo - melhor estratégia para acalmar as coisas na arquibancada. Um gol escandalosamente ilegal como o da França contra a Irlanda na última quarta feira é muito mais nocivo ao jogo e incitador de violência que o telecatch Montilla que Flu e Cerro protagonizaram no fim da peleja - que aos olhos da garotada, podem crer, pareceu mais um espetáculo de circo.
Fiz essas observações todas para, na verdade, confessar algo que só pretendia depois de morto, a uma médium de mesa branca durante sessão de psicografia: Nunca esqueci a sensação de euforia - e alegria genuína - que experimentei ao assistir a uma pancadaria entre os jogadores de Brasil e Uruguai em um jogo pela Taça do Atlântico, disputado no Maracanã em 1976.
Estava no maraca, eu e meus oito anos, com o avô e o pai. Ganhamos dos grigos de 2 X1 , mas não me lembro dos gols. Jamais me esqueci, porém, das cenas de pugilato envolvendo jogadores, comissões técnicas, imprensa, gândulas, funcionários da SUDERJ e o diabo.
No auge da confusão, o lateral uruguaio Ramirez - que já tinha caçado Zico em campo - saiu correndo feito touro bravo em direção a Rivelino, que em desabalada carreira deu um elástico sem a bola no gringo e acabou descendo de bunda a escadaria de acesso ao vestiário, num dos maiores tombos da história do futebol. Eu aplaudi com o mesmo vigor com que aplaudia as fanfarronices do palhaço Carequinha. Meu pai e meu avô imediatamente entraram no coro de porrada que a massa, afinadíssima, começou a entoar. E eu, delirante, também comecei a gritar porrada - feliz como pinto no lixo [apud Jamelão] .
A nossa dupla Jairo [goleiro] e Orlando Lelé [lateral direito] estava possuída - os dois devem ter batido mais em uruguaios do que todo o exército brasileiro na malfadada Guerra da Cisplatina. Jairo, aos meus olhos de menino, parecia o King Kong em fúria dando sopapos em aviões no alto do Empire State; virou meu herói imediato.
Um ano depois dessa quizumba, o Ramirez foi contratado pelo Flamengo. Muitíssimo bem recebido na Gávea, jogou ao lado do Zico, brincou com o Rivelino e deu a lição: A briga foi só dentro de campo - depois fica tudo em paz, como deve ser.
Ouso afirmar categoricamente o seguinte: Naquele noite, ao assistir a confusão generalizada que o escrete canarinho e a celeste olímpica protagonizaram no Mário Filho, me tornei uma criança absolutamente pacífica - naqueles gritos de porrada descarreguei oito anos de agressividade e meus avós e pais economizaram fortunas em psicólogos. Sou hoje um professor de história que não vê graça nenhuma em estudar ou falar de guerras e nunca saí no tapa com ninguém.
Descobri em um estádio de futebol, e nisso acredito até hoje, que só há dignidade e honra nas pancadarias travadas dentro das quatro linhas. Fora dali, vira coisa de otário ou bandido.
Assistam abaixo a um compacto do jogo, nas imagens inesquecíveis do Canal 100, e reparem o furdunço nos segundos finais. O mais bonito: O texto do Canal 100, ao contrário do discurso desses carolas de hoje que ficam achando que gramado é sacristia, diz apenas o seguinte: Brasil dois, Uruguai um; com mais uma briguinha, para manter a tradição!
Postado por Ademir Castellari às 17:35:00
19 de nov. de 2009
Para bom entendedor...
Ontem, durante todo o dia, via twitter, cobrei o arauto da moralidade que se posicionasse em seu blogue sobre a suspensão dada ao presidente do Palmeiras. Nada, apenas textos engraçadinhos fazendo previsões que tornariam o atual campeonato de pontos corridos, que ele defende com unhas e dentes, mais atrativo. Dessa forma, acredito, estaria ele comprovando sua tese de que há justiça aliada a emoção nessa forma de disputa.
Entretanto, em seu comentário sobre o desastre do Olímpico - feito de frases curtas, naquela forma que já o consagrou, e também consagra um jornalismo e um texto de péssima qualidade - veio o posicionamento. Sorrateiro, o padrinho do escriba vaticinou: "Reflexo óbvio da intranquilidade de um grupo cujo comandante máximo também se deu ao luxo de perder a cabeça a ponto de pegar nove meses de suspensão". Perceberam a sutileza?
A lógica não é o forte dessa gente. Buscam adaptar a realidade às suas teses; assim, detectaram o preciso momento e mostraram como são diferenciados. Mas, Beluzzo que não é ingênuo ao ponto de se entregar às falsas premissas, e a precipitadas conclusões, respondeu assim: "Imagino, acompanhando a lógica que informa seu raciocínio, que também tenha sido responsável pelos sopapos que os jogadores do São Paulo trocaram entre si no jogo de sábado ou talvez pela pancadaria no jogo Fluminense e Cerro Porteño". Como se diz no interior, nas mesas de carteado: truco!
Pois bem, pela lógica Kfouriana (por isso o plural, ele não é único, tem seus seguidores) nosso presidente foi o responsável pelo destempero de dois desequilibrados.
Nosso presidente então, logicamente é um desequilibrado, afinal sua atitude ao criticar um impoluto árbitro, que não deve favores a ninguém, nem o de ter chegado a três copas do mundo mesmo errando sistematicamente, nem por 'arranjar' nada que lhe é pedido, foi injustiçado. Nunca lhe foi pedido nada; a ele só deixaram o conhecimento sobre as regras do futebol e o livre arbítrio conduzir sua 'vitoriosa carreira'. Beluzzo, continuando na lógica do avestruz, foi destemperado e se igualou ao que de pior existe na 'cartolagem' tupiniquim. Afinal, nada comprova que exista no futebol brasileiro uma rede de favores, pressões, pedidos escamoteados, acertos subterrâneos, corrupção...
The end!
Ops, cenas dos próximos capítulos: hoje, em seu espaço, o 'king of the holes' (Valdívia no SPFW) me sai com essa mensagem 'cifrada': 'Quer saber como funciona? É simples assim. O chefe telefona para o árbitro e diz: "Olhe, você vai apitar o jogo X, o mais quente da rodada. Muita atenção, hein? Você sabe que se o time A perder é o fim pra ele. Já o B ainda tem lenha para queimar. Boa sorte!". Como para bom entendedor, pingo é letra... '. .
Eu sou bom entendedor. Para mim pingo é letra. Para o presidente Beluzzo foi um livro esse pingo. Então, por que o poeta da cifra, o último ‘bastião’ da moralidade, criticou Beluzzo por seu comportamento?
Quer saber como funciona? É simples assim. Um dia um jornalista fura todo mundo e mostra que o futebol brasileiro é corrupto. Ganha credibilidade com isso. Daí não precisa muito mais esforço para se manter como o defensor do ‘fair play’ (em todos os níveis). A partir daí, tudo que faz ou faça pode ser desprovido de coerência, até de conteúdo (de forma, então...); pois, o nome e a audiência que é o que importa já estarão garantidos. Como para bom entendedor, pingo é letra...
Postado por Ademir Castellari às 21:56:00
Silêncio pela vergonha...
Ou, ´Gota d'água.
Passei o dia todo trabalhando. Reunião de manhã, reunião com minha orientadora à tarde (confesso que tive vontade de mudar meu tema de estudo, que desafortunadamente é o futebol), fui buscar as filhas no colégio. Somente agora, quase vinte horas depois do final daquela ópera bufa, tive tempo de parar para ler os blogues Palmeirenses, as notícias da imprensa oficialesca e refletir sobre o rumo que as coisas tomaram no Palmeiras.
Ainda não sei o que houve. Muito menos sei se algum dia nós - que tomamos chuva, passamos frio e gastamos boa parte de nosso dinheiro, ganho com o suor de nossos rostos - saberemos o que realmente aconteceu.
Ontem a noite foi um final trágico de um desastre que vinha se anunciando há quase dois meses.
Bem, confesso que ainda não tenho uma opinião formada. Quando é assim o melhor é se calar, pois das últimas vezes que falei tudo o que pensava fui injusto com alguns e posso ter sido mais realista que o rei em relação a outros.
Então, peço desculpas aos leitores, mas nesse momento prefiro o silêncio. O silêncio da vergonha, se assim acharem que seja, pois vergonha é o único substantivo que encontro para me expressar nesse momento. Vergonha; também dor, sofrimento, abatimento... Mágoa.
Alívio. Sim, alívio, pois esse foi um ano em que nos enchemos de esperanças (outro substantivo), mas que teimou em não acabar da forma que queríamos. Sendo assim, que venha 2010. Com ou sem a vaga na Libertadores, que agora está ameaçada também, mas que pouco me importa, pois o que eu queria mesmo era o título, que teima em não vir, que insiste em nos escapar, aliás, que insistimos em não ganhar.
Nesse momento o melhor é o silêncio, pois como diz o poeta "Deixe em paz meu coração".
Gota d'água
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque (1975)
Já lhe dei meu corpo
Minha alegria
Já estanquei meu sangue
Quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor...
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água...(2x)
Já lhe dei meu corpo
Minha alegria
Já estanquei meu sangue
Quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor...
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água
Pode ser a gota d'água
Pode ser a gota d'água....
Postado por Ademir Castellari às 18:09:00
17 de nov. de 2009
270 dias ou nove meses!
270 dias é a punição recebida pelo professor Beluzzo. 270 dias – a partir de agora – é a punição por se falar a verdade.
Sua filha, de agora em diante, ao dizer que não concorda com a maneira com que você decidiu o imbróglio com a irmã mais nova – ou a mais velha - deve ser alijada por 270 dias do uso do computador, da TV, quiçá, do cinema no domingo à tarde. A pena é de 270 dias, mesmo que ela tenha razão. Você errou, foi injusto, mas a pena é de 270 dias. Não são 365 nem 30, são 270 dias. Pelas contas são nove (09) meses.
Nove meses é o tempo de um parto. Nove meses é o tempo que – segundo a conta popular – leva uma criança para nascer. Esperemos que esse tempo seja o necessário para que nasça um novo futebol no Brasil. Um futebol sem hipócritas, sem covardes e sem corruptos.
Os hipócritas são aqueles que por aqui vivem e abundam na imprensa esportiva. Esses que saudaram Beluzzo como presidente, mas que quando foram apresentados à realidade só tiveram voz para dizer que a reação do presidente do Palmeiras foi intempestiva. Queriam o quê? Virgens na zona. Kfouris e afins, bando de hipócritas. Querem mudança, mas não encaram uma batalha de verdade. Preferem acreditar na ingenuidade que não existe.
Covardes são aqueles que se omitiram durante esses últimos dias. Aqueles que nos momentos da bonança bajulam, mas na tempestade se calam, se escondem, não se pronunciam.
Corruptos, os de sempre, são aqueles que se perpetuam, se locupletam, esperam uma brecha para levar vantagem. Os daqui e os de lá.
Hoje, perdeu o futebol brasileiro, esse que poderia – fosse verdade a tal indignação dos Kfouris, e não apenas retórica – ter renascido para uma nova era. Bastava um mínimo de coragem, de vontade, de verdade; um mínimo de uma verdadeira indignação.
Na realidade, nessa sociedade ‘pós-sei-lá-o-quê’ ninguém se importa com nada que não seja ganho pessoal, lucro. Os hipócritas querem furos, leitores, reconhecimento, dinheiro. Os covardes a chance para na calada da noite dar um golpe. Os corruptos contam com isso tudo, pois se alimentam dessa gente e dessas situações.
Beluzzo, um Palmeirense de verdade, se viu sozinho em sua luta e pregou no deserto – feito esse blogueiro que é arcaico e ainda sonha com um futebol das antigas, onde torcedor externa suas opiniões, sofre, teima, ama, reclama; é torcedor, não consumidor – e pagou por isso. 270 dias.
Nesse momento, só há uma coisa a ser dita: perdeu o futebol brasileiro. Uma pena.
270 dias, nove (09) meses. Não é nada. É um parto. Enquanto isso, Simon vai a mais uma copa do mundo (assim, com letra minúscula). Mas, todos sabemos quem é Simon e quem são aqueles que julgaram o Presidente do Palmeiras. Sabemos também como funciona o futebol brasileiro.
Amanhã, acordaremos todos pensando em um novo jogo, um novo campeonato e uma nova matéria bombástica sobre os bastidores do futebol nacional. Mas, se alguém ousar dizer que a estrutura é corrupta, arcaica, carcomida e ousar denunciar isso, será condenado... Por 270 dias!
Por fim, Beluzzo, para quem enfrentou a ditadura militar o que é enfrentar pequenos ditadores? Essa tiraremos juntos; queiram eles ou não.
Estamos com você; para o que der e vier!
Forza Beluzzo!
Forza Palestra!
Postado por Ademir Castellari às 22:57:00
Porque Belluzzo Não Pode Ser Julgado
Via: Expatriad.
Quando das denúncias feitas pelo presidente Belluzzo contra o STJD e, posteriormente comprovadas com imagens, ficou clara a forma de atuar do tal tribunal. Contudo, neste post, não vou emitir opinião própria nesse caso.
O que quero afirmar é que existe suspeição do juízo, nas formas previstas no artigo 102, inciso I, letra 'n', da segunda parte, da Constituição da República.
A Carta Magna diz que, quando ocorrer interesse de todos os membros da Magistratura ou quando existir impossibilidade de julgamento por qualquer tribunal em decorrência de a maioria de seus membros estar impedida ou suspeita, por direta ou indiretamente interessada no desfecho da demanda, a competência originária da ação é do Supremo Tribunal Federal.
Resta claro que, toda a corte esportiva, objeto de denúncia do réu Belluzzo, não pode ser considerada isenta para julgar seu acusador. Isso é princípio básico do direito e precisa ser respeitado. Cria-se então um impasse. A Constituição ordena que esses casos sejam julgados no STF, porém, a FIFA proíbe associações futebolísticas de buscarem seus direitos na Justiça Convencional, vista que, a entidade maior mantém um tribunal.
Em outras palavras, o STJD e seus membros ao terem seu modus operandi escancarados nas denúncias do Professor, passaram a ser objeto de suspeição e, portanto, têm a obrigação moral de remeter a denúncia à sua instância superior, no caso a corte da FIFA. Qualquer procedimento em contrário comprovorá que a tal justiça desportiva atua em desrespeito à Constituição Federal e isso tem um nome.
Postado por Ademir Castellari às 14:29:00
Beluzzo, vamos deixá-lo só?
Hoje a noite o STJD julga o professor Beluzzo, presidente do Palmeiras, por ter dito aquilo tudo que todos (inclusive adversários) gostariam de dizer sobre o futebol brasileiro, mas que não tem oportunidade.
Pois bem, eu digo que se Beluzzo for condenado quem perde é o futebol brasileiro.
Aqui no Forza criei um tópico para que cada torcedor pudesse deixar sua mensagem de apoio ao nosso presidente. Ainda dá tempo, é só clicar aqui.
Não sei se todos sabem, mas a Justiça Desportiva tem twitter, facebook, orkut. No orkut deixei uma mensagem inclusive com o link das mensagens de apoio do Presidente Beluzzo. Está aqui. Atualização: apagaram a mensagem no Orkut, mas postei outra (essa), e o farei quantas vezes forem necessárias.
No site da Justiça Desportiva há uma enquete. Lá perguntam: Você acha que Belluzzo, presidente do Palmeiras, extrapolou nas críticas a Simon? Pois bem, dêem uma olhada no resultado de hoje, 10h00 da manhã: sim - 11%, não - 89%. O link do resultado está aqui.
Ou seja, a maioria absoluta daqueles que acessam aquele espaço está de acordo com o que disse nosso presidente. Então, não podemos - como já disse - deixá-lo sozinho nesssa luta.
Peço a todos os amigos dos blogues Palmeirenses que hoje publiquem em seus espaços mensagens de apoio ao presidente Beluzzo. Temos que mostrar que ele não está só.
Forza Beluzzo!
Forza Palestra!
Postado por Ademir Castellari às 10:08:00



